quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

APARIÇÕES DE DEMÔNIOS - QUANDO AS SOMBRAS SE REVELAM

Antes de iniciar este post, eu preciso fazer uma confissão. Neste exato momento são 01:25 da manhã. No meu quarto estão dormindo minha esposa e meu filho. Este post estava mais objetivo e explanado, mas o navegador Chrome travou e eu perdi quase todo o meu trabalho. O problema não é apenas este, apesar de que muita coisa se perdeu no caminho, navegadores travam mesmo. O problema foi toda dificuldade que tive; Sensações estranhas, ruídos e calafrios que tentaram me impedir de escrever este post. Talvez poucos leiam, mas ainda assim, Deus me deu a graça de concluir o meu trabalho por puro amor à verdade. Portanto, leiam atentamente este artigo, assistam os vídeos e acompanhem meu raciocínio, pois este post não se trata de uma linha de pensamento dispensasionalista, dogmática, ou prosélita, se trata de uma pura e simples racionalidade aplicada à fatos não comprovados, mas experimentado na pele por muitos. Se tiverem alguma dúvida, sugestão ou crítica, o espaço está aberto à todos. 


Aparições de Demônios - Quando as sombras se revelam




Desde os primórdios, quando os primeiros grupos de seres humanos se reuniram para cultuar alguma divindade, ficou estabelecido que além da existência de um ser divino e bondoso,  existiria também seres maléficos e facínoras. A origem destes seres tem sua respectiva história de acordo com a crença de cada grupo, nação e filosofia religiosa. Os demônios, que em grego se chamam daimons, sempre fascinaram a mente humana, tanto as mentes mais primitivas, quanto as mentes contemporâneas. Algumas culturas, como no caso do ocultismo, vêem os daimons como seres necessários para que haja equilíbrio no universo e na consciência humana. Mas, todos, absolutamente, estão de acordo que estes seres são selvagens, obsessores e perversos.
                A cultura judaico-cristã acredita que Lúcifer, o Querubim ungido das miríades celestes, se rebelou contra Yahweh (O Deus todo-poderoso) e cogitou inutilmente destroná-Lo, utilizando-se de artimanhas e toda sorte de enganação para seduzir os seus irmãos, os demais anjos do céu, a guerrearem contra os exércitos celestes. Lúcifer e os anjos que pelejaram contra Deus, foram expulsos do céu e perderam sua glória.


Estas são uma das primeiras castas demoníacas que circundam a terra a fim de seduzir, oprimir e escravizar a alma dos mortais de carne e osso. Abaixo, você verá alguns vídeos e imagens de supostas aparições destes seres.  Talvez você esteja completamente cético à respeito da manifestação espiritual diante de aparelhos e toda parafernália que os homens utilizam para registrar os momentos marcantes de suas vidas. Mas, saiba, que câmeras, por mais antigas e analógicas que sejam, são capazes de detectar formas, espectros de luz e cores que muitas vezes passam despercebidas aos nossos olhos.
Como no caso desta foto tirada pelos investigadores paranormais Ed & Lorraine Warren na mansão mais assombrada da história dos EUA, em Long Island, Amityville. Após a fuga apressada da minha Lutz durante a madrugada e após toda repercussão do caso relatado no livro de  
Jay Anson (que a propósito foi um dos melhores livros que eu já li e recomendo a todos.) e de toda enxurrada de filmes e seriados, foi divulgado ao público a foto de um garoto, que a princípio foi suspeito de ser a aparição de um garoto da família dos Defeos que foi assassinado pelo seu irmão também naquela casa (Basta pesquisar a história para que você entenda exatamente o que estou dizendo). Porém, foi constatado que em nada se parecia aquela figura espectral e o próprio Ed Warren assumiu categoricamente que se tratava da imagem de um demônio disfarçado de criança.



Estes são Ed e Lorraine Warren. O casal que investigou o caso da boneca Annabelle ( Que em breve será o tema de um artigo), que inspiraram o filme Invocação do mal e investigaram o caso de Amityville.


Agora vejam o vídeo de duas garotas que estavam se divertindo ao som de um funk, quando um vulto obscuro passa por detrás delas. Montagem? Tire suas próprias conclusões.


Este é o mesmo vídeo analisado frame a frame por uma equipe de TV.




Agora vejam este vídeo gravado pela equipe de TV Mexicana Extranormal. Se você observar atentamente, irá perceber que uma criatura metade humana e metade animal (ou Humanoide) cruza uma avenida e só é percebida pela sensibilidade das câmeras. Estaria este ser cruzando sua dimensão até a nossa?  E mais adiante, veja esta estranha criatura que aparece por detrás de um coelho. Do que poderia se tratar?


Qualquer demonólogo ou pessoa que se empenhar nos estudos da natureza e manifestações demoníacas, está careca de saber que estes espíritos se manifestam com características híbridas e por qual motivo eles se manifestam desta forma? A bíblia contém algumas respostas.

            No livro de Gênesis, capítulo 6 está relatado uma espécie de Arianismo exercida pelos assim chamados "Filhos de Deus". Estes, ao verem que as mulheres da Terra eram belas, decidiram sob juramento mútuo casarem-se com elas e assim gerarem filhos. Anjos não possuem órgãos sexuais e isto todos nós sabemos, mas, eles munidos de toda sabedoria celestial não poderiam dominar técnicas avançadas de engenharia genética? Pois bem, meus caros leitores, há quem defenda a tese de que este casamento profano foi realizado por pessoas de tribos diferentes e, no entanto, qual é a intenção subterrânea desta exegese propagada por moralistas religiosos? É puro e simplesmente a banalização da história, cujo intuito é divulgar de forma enganosa e descontextualizada a doutrina do Jugo desigual predita pelo apóstolo Paulo de Tarso.

        Mas, o que realmente aconteceu, foi um casamento alquímico entre entidades espirituais e humanas e a bíblia está repleta destas citações. Como de início, notamos o termo Filhos de Deus, que no Hebraico significa Bennai Elohim. O termo "Filhos de Deus" só aparece na bíblia com a vinda do Messias que "deu poder à todos serem feitos Filhos de Deus" (Evangelho de João 1:12). Portanto, meus caros leitores, não dêem ouvidos à qualquer hermeneuta, pois, estes querem apenas se aproveitar das leigalidades para promoverem suas mentiras. Voltando ao assunto dos anjos que tiveram filhos com as filhas dos homens, estes seres geraram gigantes que foram chamados Nefilins que significa "Caídos". Eles não eram apenas gigantes em estatura, mas também eram gigantes em poder e inteligência. O livro apócrifo de Enoch - Citado por Judas (não o Iscariotes, mas o meio-irmão de Jesus) em sua epístola, garante as minhas palavras citadas neste post, pois assim diz:

"E, quanto aos anjos que não conservaram suas posições de autoridade mas abandonaram sua própria morada, ele os tem guardado em trevas, presos com correntes eternas para o juízo do grande Dia. De modo semelhante a esses, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo..." (Judas 1/ 6-7)



Reparem que o meio-irmão do Messias cita abertamente a palavra "Anjos" do grego "Ágellos"  e os compara com os habitantes de Sodoma e Gomorra, que fora destruída por Deus por causa de seus pecados sexuais. E ainda tem mais, ele cita uma profecia Messiânica escrita por Enoch e que foi covardemente retirado da bíblia pelos tiranos Cristãos Católicos e Protestantes.

"Enoque, o sétimo a partir de Adão, profetizou acerca deles: "Vejam, o Senhor vem com milhares de milhares de seus santos, para julgar a todos e convencer todos os ímpios a respeito de todos os atos de impiedade que eles cometeram impiamente e acerca de todas as palavras insolentes que os pecadores ímpios falaram contra ele". (Judas 1/ 14-15).  Percebam que esta é apenas uma das provas bíblias irrefutáveis acerca da veracidade do livro de Enoch.




No livro de Números (Cap 13), quando Deus ordenou à moisés que enviasse os espias para espiarem a terra de Canaã, eles avistaram gigantes e não apenas os homens, mas tudo naquela terra era abundante. Um cacho de uvas para ser carregado, precisava do auxílio de dois homens. Todos nós sabemos que um cacho de uvas não cresce desta forma, ainda mais no calor desértico, exceto, se houvesse um magnífico trabalho de engenharia genética. 

Os Nefilins não eram gigantes apenas na estatura, mas, também na inteligência, como relata no livro de Enoch, e toda esta sabedoria foi-lhes dadas por seus pais, os anjos que os conceberam. Segundo o relato do livro, eles aprenderam toda forma de magia, medicina natural, astrologia, confecção de armas de guerra e cálculos matemáticos complicadíssimos (não se esqueçam das operações com raízes quadradas e cúbicas encontradas por arqueólogos nos escombros da antiga suméria).

E o que levou o Senhor a odiar tudo o que habitava na Terra, preservando apenas a vida de Noé (O lendário Gilgamesh)? É lógico que quase todos os seres estavam de certa forma corrompidos, pois, estes Nefilins poderiam estar tentando perpetuar o hibridismo que aprenderam com seus pais. A zoofilia é uma pratica tão antiga quanto o próprio homem e um casamento alquímico - de união não apenas carnal, mas metafisico - pode produzir um hibridismo não somente de corpo, mas principalmente de alma, de imaterialidade dotada de vontades e conceitos. Os Nefilins foram condenados por Deus à vagarem na Terra em forma de espíritos maus (demoníacos). E esta é uma nova classe de demônios que perambulam no mundo obsessivamente. Vejam um trecho do livro de Enoch que fala a respeito de tal condenação:

"Agora, os gigantes que têm nascido de espírito e de carne, serão chamados sobre a terra de maus espíritos, e na terra estará a sua habitação. 

Maus espíritos procederão de sua carne, porque eles foram criados de cima; dos santos Sentinelas foi seu princípio e a sua primeira fundação. Maus espíritos eles serão sobre a terra, e de espíritos da maldade eles serão chamados. A habitação dos espíritos do céu será no céu, mas sobre a terra estará à habitação dos espíritos terrestres, os quais são nascidos na terra.
Os espíritos dos gigantes serão como as nuvens os quais oprimem, corrompem, caem, contendem e confundem sobre a terra."

Tudo o que conhecemos sobre espíritos involuídos e perversos, se tratam não apenas dos anjos que se rebelaram ao lado de Lúcifer, mas, principalmente, dos antigos gigantes, os Nefilins. E estes vagam afoitos pela necessidade de oprimir os mortais que carregam dentro de si a centelha divina.

Agora vejam este vídeo de uma suposta entidade híbrida gravada no Oriente Médio. Lembrando que não estou tentando comprovar a veracidade dos vídeos, quero apenas através deste post descortinar a verdade que está ao meu alcance e que as sociedades secretas e a religião fazem questão de esconder de vocês. 




Os Nefilins não se contentam em apenas aterrorizar as pessoas, muitas vezes, eles tem a necessidade de "irem após outra carne", ou seja, atravessar os limites da imaterialidade e atingir pessoas. Como no suposto caso de um garoto atacado por uma entidade denominada Duppy.



Possessões demoníacas, também podem ocorrer em pessoas oprimidas por estas entidades. Como no suposto caso desta garotinha de apenas 3 anos de idade.


Tudo àquilo que está além do nosso alcance, só está além porque tememos subir mais um degrau.

Só Para os Raros Produções - A ascensão.

Olá meus caros leitores. Não sei se sentiram minha falta, já que faz um bom tempo que não posto absolutamente nada neste blog. Já vou logo dizendo que eu tenho pago assiduamente a internet rsrs só sumi por um tempo porque estava recompilando conteúdos em minha mente e estabelecendo posições pessoais acerca de tudo o que acredito e penso, para que eu possa compartilhar com vocês apenas o melhor de mim. Estou de volta, um pouco mais maduro, mais coerente e talvez um pouco mais sintético nas minhas opiniões. Agradeço a todos os que visitaram este blog durante todo este tempo e prometo voltar com artigos muito mais interessantes. Só Para os Raros Produções, apesar do nome um tanto quanto esquisito, não é um blog clichê, mas, um blog que visa a câmara secreta das verdades que foram ocultadas pelos que se julgam senhores do destino e do universo. Continuem acompanhando os posts. Obrigado!

sábado, 27 de outubro de 2012

FDP: Filhos Desta Pátria

Este e outros textos foram postados no site www.efeitoatrativo.com.br em uma das minhas colunas sociais.
Sempre que passo próximo à um asilo, vejo meus pais se lamentarem por ter me criado, educado, sustentado – mesmo com tantas dificuldades, me amado com todas as forças e eu sequer tenho coragem de entrar e agradecê-los por tudo. Sempre que passo próximo à um orfanato, vejo o meu filho e filha pedindo um pouco de atenção, carinho e amor, enquanto eu, tolo insaciável, reclamo por não ter ao meu lado quem me valorize e me faça sentir amado. Sempre que cruzo com um mendigo na rua, me vejo ao relento, sem esperança de um futuro melhor, com a mente transtornada, sentindo o amanhã inóspito se aproximar e me reduzir diante dos demais cidadãos. Por que eu me sinto assim? Seria justo coagular as dores alheias em minha alma, já que cada um tem a vida que merece? Embora tenhamos opiniões e sonhos diferentes, somos da mesma espécie. Deveríamos andar de mãos dadas protegendo o nosso bando e a nossa prole. O seu problema deveria ser o meu problema, a sua conquista, o meu triunfo e as suas derrotas, o meu oceano de lágrimas. Mas somos muito egoístas e preferimos abaixar a cabeça e dizer de forma desavergonhada a célebre frase: “Não é problema meu.” Sempre que ligo a TV, vejo a imagem pérfida de tantos Judas, que se venderam à qualquer preço para um sistema corrupto que insiste em manipular, propagar e convencer-nos de suas inverdades. Sempre que cruzo a avenida e olho para o plenário da câmara, vejo meus inimigos erguendo bandeiras e criando leis para me cegar, me ridicularizar, me calar, me xingar de otário e estuprar a minha honra de cidadão. Leis que favorecem a burguesia, que impulsionam a tirania do baronato, que fabricam psicopatas e safam corruptos. Leis de combate às prostitutas, pobres e negros. Leis que combatem a vida e adoçam a hipocrisia. O Brasil é uma nação cega. Cega pelo descaso para com seus próprios cidadãos, cega pelo fetiche do modelo yankee de vida, cega pelas injustiças – lembrando que o símbolo da justiça é a imagem da antiga prostituta babilônica Semíramis de olhos vendados. A justiça brasileira é uma puta! Uma puta que se habituou a macular o seu corpo pelo dinheiro sujo das quadrilhas dos engravatados. Uma pátria puta que abandona seus filhos às margens do regresso e da desordem. Somos todos filhos da puta, pois somos filhos do Brasil. E como bons filhos, agimos de acordo com os ensinamentos de nossa “mãe gentil” que nos instrui a não nos importarmos com os problemas do nosso derredor. Até quando, meu Deus? Até quando?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

OS PAPAS CARREGAM O SÍMBOLO DE LÚCIFER EM SUAS VESTES



Existem muitas teorias – algumas muito malucas - acerca dos Papas João Paulo II e Bento XVI. A igreja não fez questão alguma de contradizer seus ofensores. A igreja não perderia tempo com os pobres anônimos, já que os grandes governantes e as grandes massas estão ao seu favor. O intuito deste post não é o de alimentar essa Tsunami de profetas que diariamente aparecem por aí, acusando este ou aquele de ser o anticristo. Mas estou aqui para expor a minha opinião, sem atentar ao que vão pensar ou dizer a respeito, muito menos apoiar-me nas teorias malucas já existentes. Mas vamos ao que interessa...

Hoje eu vou falar a respeito da Deusa Vênus, que também foi conhecida pelos antigos romanos como a Estrela da Manhã. Vênus foi uma das principais deusas do panteão romano e tinha uma verossimilhança com a deusa Afrodite dos gregos. Vênus nasceu de uma concha, mais conhecida como a madrepérola. Filha de Júpiter e Dione e esposa de Vulcano, Vênus representava a sensualidade e luxúria e era aguardada todas as manhãs para os ritos romanos de adoração à estrela da manhã. Os romanos a chamavam de Lúcifer – termo latino para estrela –da – manhã, mais tarde incorporado na bíblia por São Jerônimo, nas profecias feitas por Ezequiel ao rei de Tiro –que quando transcende, se remete á história da queda de Satã. O grande problema é que S. Jerônimo também se referiu à Jesus como Lúcifer, pois segundo as cartas de Pedro (2 Pedro 1:19) e no livro de Apocalipse,( Apocalipse 2:28; 22:16) Jesus se auto-intitulava a brilhante estrela – da – manhã. Mas Jerônimo, desconhecendo os originais, o assimilou com a figura de Hêliel ( que é o nome designado ao antigo estado de glória de Satan) e fez uma confusão literalmente infernal.

Mas, voltando à história de Lúcifer – Vênus, gostaria de convidá-los a analisar alguns símbolos nas estolas sacerdotais dos papas. Se Vênus, que também é Lúcifer, nasceu de uma concha madrepérola, por que uma religião que adotou o nome de Cristo e que se diz politeísta, entrega aos seus maiores representante roupas que homenageiam um panteão que nada tem a ver com a história do autêntico Yeshua (Jesus)?

João disse no livro de apocalipse que viu uma besta emergindo das águas (APC 13). As águas, simbolicamente, representam as multidões. Assim como Vênus ( Lúcifer) que também nasceu das águas, as escrituras confirmam que uma besta que carrega consigo todo poder para realizar toda sorte de enganos e faze prodígios, concedidos pelo Dragão. Não quero analisar a imagem e figura da besta, as informações estão acessíveis à todos, basta procurar e formarem suas opiniões. Sem mais delongas, quero que analisem as fotos de dois papas que trazem em suas vestes o mesmo símbolo da deusa Vênus – Afrodite – Lúcifer.


Nesta imagem podemos ver o nascimento de Lúcifer e abaixo os papas que estamparam em suas vestes o mesmo "berço" por onde nasceu a deusa.



A maçonaria também deu sua contribuição na adoração à Lúcifer. Vejam esta imagem que mostra uma escada (a escada dos sonhos de Jacó, por onde os Bennai Elohim subiam e desciam do céu) onde os seres descem carregando uma chave, a chave de Goética de Salomão. A mesma madrepérola que nasceu Vênus, Lúcifer.


"Lucifer, o portador da Luz! Nome estranho e misterioso a dar ao Espírito das Trevas! Lucifer, o Filho da Manhã! É ele que traz a Luz e que com seus esplendores intoleráveis, cega as almas frágeis, sensuais e mesquinhas? Não duvides!" (Albert Pike, maçom grau 33 ,Moral and Dogma of The Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, pg 321, Décimo Nono Grau, Grande Pontífice)

domingo, 9 de setembro de 2012

LISTA DE PESSOAS ASSASSINADAS PELA MAÇONARIA



- Roberto Calvi: Ex - banqueiro, conhecido popularmente como o banqueiro de Deus e ex-membro da ordem maçônica denominada P2, fugiu com uma grana alta da igreja e foi assassinado por um grupo de maçons por supostamente trair os desígnios de sua antiga ordem.

- Willian Morgan: Assassinado por seus antigos companheiros de loja por supostamente revelar alguns segredos da ordem.

- Martin Luther King: Ex-membro da Prince Hall, uma ordem de maçons negros. Após abandoná-la, decidiu lutar pela causa dos negros americanos e sua morte foi arquitetada pela maçonaria americana.

- Tiradentes: Usado como bode expiatório pela maçonaria, foi morto para que os maçons estampassem na bandeira mineira o símbolo do seu delta - que remete à trindade maçônica (ou será Yah Bul On?) e obtivessem o título de promotores da liberdade.

- Jack Estripador : Uma exceção nesta lista. Jack não foi assassinado e sim um assassino contratado pela maçonaria inglesa, com o intuito de "queimar arquivos".

- Jesus Cristo: Assassinado pelos soldados romanos, mas sua morte fora planejada no templo de Herodes, onde se encontrava uma antiga sociedade secreta cabalística composta por rabinos judaicos, essênios e escribas.

A lista é extensa e o fato é que os livros de história mentem e a verdade sobre toda a podridão desta ordem nos tem sido descortinada com o passar dos tempos. Quem será o próximo da lista?

"Tá rebocado, meu cumpadi.
Como os donos do mundo piraram.
Eles já são carrascos e vítimas do próprio mecanismo que criaram."

(Raul Seixas - As aventuras de Raul Seixas na cidade de Thor)

sábado, 1 de setembro de 2012

VOLTAIRE E O ANTICRISTO




O Filósofo-Deísta- Maçom Voltaire, um ex-membro da loja maçônica Les Neuf Soeurs de Paris, nos alerta em uma frase tão curtinha e cheia de significados à respeito da ascenção do General Supremo dos maçons, o então conhecido como O ANTICRISTO. Leiam a frase com bastante atenção:

"Estou cansado de ouvir dizer que doze homens estabeleceram a religião cristã. Eu provarei que um homem só, será bastante para derrubá-la."

Não somente o Cristianismo, mas este tal homem extinguirá todas as religiões e será o sacerdote-deus da religião mundial. Ainda tem dúvidas? Aguarde e verás.

domingo, 26 de agosto de 2012

MAÇONARIA PERSEGUE HOMEM QUE LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO

A ordem corrupta matrixiana DeMolay está perseguindo um de seus membros, dono de uma imprensa local na cidade de Taiobeiras -MG. Stanley Colombo, decidiu colocar a boca no trombone e denunciar a corrupção política de sua cidade promovida por membros da Ordem Maçônica DeMolay. Agora ele está correndo sérios riscos por causa da perseguição que esta sociedade secreta iniciou afim de calar a sua voz. Veja o Vídeo e saibam que a maçonaria além de suas bizarrices, também se mantém fiel aos seus juramentos, mesmo que para isto o povo seja oprimido.

1ª PARTE:



2ª PARTE:

terça-feira, 14 de agosto de 2012

LOJA MAÇÔNICA PROMOVE O "FORRÓ DO BODE"

No dia 18/08/2012 será realizado na cidade de Itabira- MG o 6º Forró do Bode. Haverá danças, cachaças, barraquinhas e barracos (do tipo socos, pontapés, gritarias e tiros). E advinham quem está promovendo o forrobodó... Isto mesmo, a própria ordem hermética aloprada do Baphomet, a maçonaria. Se você assume seu papel de viciado em pílulas azuis matrixianas, então participe. Caso contrário, veja que de fato a maçonaria deixa explícita sua relação com esta entidade demoníaca e veja com seus próprios olhos quem realmente está no controle deste mundo bizarro.


A maçonaria nega sua relação com o Baphomet. Segundo ela, a igreja católica criou esta lenda para que os antigos maçons - Os Cavaleiros Templários - fossem condenados. Inquisidores tarados à parte, eu costumo acreditar piamente no seguinte ditado: Onde há fumaça, há fogo.

E você?









segunda-feira, 6 de agosto de 2012

R.R (ERRE & ERRE) SOARES DEFENDE A MAÇONARIA.


Esses textos foram extraídos do site do RR Soares, líder da Igreja Internacional da Graça. As respostas são feitas de forma incompleta e com um discreto apoio a maçonaria.


O que o Senhor acha sobre os Illuminati?

Resposta: Os chamados iluminatti são uma categoria de pessoas que alcançaram graus elevadíssimos na Maçonaria, bem além do grau 33. Portanto, o que respondi sobre a maçonaria nesta coluna serve para todos os maçons, inclusive os iluminatti.

Comentário: Ora, se existe algo tão elevado dentro da maçonaria isso significa que os illuminatis são controlados por outras forças espirituais. E essa força se chama A Ordem Mundial de Baha’u’llah.

Fonte: Ongrace

Agora vamos ver o apoio de RR Soares aos maçons que estão na outra coluna que ele disse.

1) Olá, missionário. Quero saber o que o senhor acha a respeito da
“Maçonaria”. Cristãos podem fazer parte dessa sociedade? Dizem que ela
aperfeiçoa as pessoas e, por isso, é boa.

Resposta: Quanto a um cristão fazer parte da Maçonaria, vai depender
da consciência, pois cada um responde por si diante do Senhor Deus (Rm
14.12).


Comentário: A função do cristianismo é pregar o evangelho e não simplesmente virar as costas para uma pessoa que vive no erro procurando ajuda:

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16 : 15)

Fonte: Ongrace

2) Conheço cristãos que têm envolvimento com a maçonaria. Por que isso
ocorre? Será cilada do inimigo ou porque eles não são convertidos?

Resposta: Bem, eu não fui colocado como juiz das pessoas, e, por isso,
não me sinto com liberdade para julgar aqueles que não vêem nada de
mais em ser maçom…

Comentário: O julgamento aqui foi feito de forma errada. Não devemos julgar quem vai para o inferno ou não, mas isso não significa que não devemos reconhecer uma seita.

“Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?” (I Coríntios 6 : 2)


Fonte: Ongrace

3) A Maçonaria é obra do Diabo? Fale a respeito.

Resposta: Como todos os livros evangélicos sobre o assunto condenam a Maçonaria
como armadilha do diabo para enganar os homens, se isso não for
verdade, cabe aos cristãos maçons escreverem também, provando o
equívoco dos outros autores.


Comentário: Nessa resposta Erre Erre foi longe demais, ele simplesmente exorta a maçonaria para provar que estão certos. Reconhecer se uma determinada seita pertence ao diabo é uma prática cristã. O Senhor Jesus ao deparar com os ocultistas do seu tempo falava isso abertamente. O missionário jamais teria a coragem de falar algo parecido com o versículo abaixo:


“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” (João 8 : 44)


É lamentável ver como a igreja evangélica está contaminada. Muitos desses grandes líderes, para não perderem seus ricos patrocinadores, se sujeitam a respostas como essas.

FONTE: libertosdoopressor.blogspot.com.br

sábado, 16 de junho de 2012

COISAS DA VIDA

O frio só deveria existir para manter o equilíbrio do planeta e unir os seres em seus respectivos abrigos, não para congelar os que não podem se agasalhar.
O calor só deveria existir para aquecer e colaborar com o crescimento das plantas. Sua luz só deveria servir para abrir a visão dos que não conseguem enxergar nas trevas, não apodrecer a carne morta, tampouco queimar a pele e secar as nascentes.
O amor deveria ser compreendido e reverenciado, não aprisionado e utilizado como uma arma para defender os propósitos egoísticos.
O perdão deveria ser uma lição, não um martírio.
As mãos deveriam acariciar, não apedrejar.
A canção deveria ser um alívio, não um instrumento de tortura.
O beijo só deveria servir para demonstrar afeto, não a embriaguez da alma.
Os olhos deveriam refletir a simplicidade, não a altivez.
Deus deveria ser apresentado como Pai, não como um ser tirano, megalomaníaco, sedento de vingança e um exímio apreciador do inferno.

Todas estas coisas sempre caminharam em perfeita ordem. Mas o homem, voluntariamente órfão da figura paterna de Deus, preferiu transformar o frio em descaso, o calor em destruição, o amor em utopia, o perdão em ausência de caráter, as carícias em dores, as canções em barulhos insuportáveis, os beijos em grandes desleixos morais, os olhos em espadas afiadas e o universo em um imenso campo de batalhas, cuja guerra não premiará vencedor algum.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

666: O JOGO JÁ COMEÇOU, OBAMA OBRIGA OS AMERICANOS A IMPLANTAREM O CHIP


Agora já chega, a bomba está explodindo mesmo e sobre as nossas humildes cabeças. O governo Americano aprovou uma lei OBRIGANDO as pessoas a implantarem um chip de identificação para que assim, tenham DIREITO ao acesso dos serviços de saúde.

Vamos em partes ok?

Eu destaquei estas duas palavras para mostrar que o que está escrito na “bíblia” sionista (Os Protocolos dos Sábios de Sião) está se cumprindo. A elite global com seu plano doentio de dominação mundial tem contemplado o sucesso de séculos de manipulação e mentira. No livro diz que “O direito reside na força”. Pois bem, o que vemos nesta história é exatamente o lema sionista se arreganhando bem diante dos nossos olhos, pois se alguém deseja ter o direito de acessar os serviços públicos – que a priori são os serviços de saúde – este alguém será obrigado a se submeter à um processo de identificação biométrica.

OBRIGAÇÂO e DIREITO.

Palavras que caminham juntas – e que de fato devem caminhar juntas- para que a ordem social seja estabelecida. Mas no caso de um método tão grotesco como este, eu não vejo motivos para que estas palavras se aliem, pois somente os intelectualmente e espiritualmente cegos é que negam que esta é apenas mais uma farsa, mais uma forma que a elite global encontrou de manipular o mundo e estatizar a individualidade humana. E isto acontecerá muito em breve. Vemos todos os dias a imprensa divulgando implicitamente o apelo de alguns países para que a ONU estabeleça uma Nova Ordem Mundial. Todos os dias algum líder político ou religioso grita aos quatro ventos que o mundo precisa se unificar. Mas prestem bastante atenção, para que o mundo se unifique, antes é necessário que todo o poder se centralize. E com o poder centralizado em um só governo, fica muito mais fácil rastrear, controlar, manipular e escravizar as mentes humanas. Em um mundo onde o que impera é a idiotice, não é nada difícil condicionar os incautos. Textos antigos como o livro 1984 de George Orwell, falam com tanta clareza a respeito desta estratégia governamental de manipulação e controle; basta acessarmos as informações para que assim possamos logo enxergar até onde vai a toca deste maldito coelho! Mas o que eu quero mostrar mesmo é um trecho do livro “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley que nos alerta sobre a inevitabilidade das ações repressoras, tirânicas e alienatórias dos barões e governantes surtados deste século.



“Mas desta vez serão consideravelmente mais rigorosas que no passado. Estas operações, que estão longe de ser feitas sem dor, serão dirigidas por governos totalitários eminentemente centralizados. É uma coisa INEVITÁVEL, pois, o futuro imediato tem grandes probabilidades de se parecer com o passado imediato, e no passado imediato as mudanças tecnológicas rápidas, efectuando-se numa economia de produção em massa e entre uma população onde a grande maioria dos indivíduos nada possui, têm tido sempre a TENDÊNCIA para criar uma CONFUSÃO ECONÔMICA E SOCIAL. A fim de reduzir essa confusão, o poder tem sido CENTRALIZADO e o controle governamental AUMENTADO. É provável que todos os governos do Mundo venham a ser mais ou menos totalitários, mesmo antes da utilização prática da energia atômica; que eles serão totalitários durante e após essa utilização prática, eis o que parece quase certo. Só um movimento popular em grande escala, tendo em vista a descentralização e o auxílio individual, poderá travar a actual TENDÊNCIA para o estatismo. E não existe presentemente nenhum sinal que permita pensar que tal movimento venha a ter lugar. Não há nenhuma razão, bem entendido, para que os novos totalitarismos se pareçam com os antigos. O governo por meio de cacetes e de pelotões de execução, de fomes artificiais, de detenções e deportações em massa não é somente desumano (parece que isso não inquieta muitas pessoas, actualmente; é - pode demonstrar-se - ineficaz. E numa era de técnica avançada a ineficácia é pecado contra o Espírito Santo. Um estado totalitário verdadeiramente “eficiente” será aquele em que o todo-poderoso comitê executivo dos chefes políticos e o seu exército de directores terá o controle de uma população de escravos que será inútil constranger, pois todos eles terão AMOR À SUA SERVIDÃO. Fazer que eles a amem, tal será a tarefa, atribuída nos estados totalitários de hoje aos ministérios de propaganda, aos redactores-chefes dos jornais e aos mestres-escolas. Mas os seus métodos são ainda grosseiros e não científicos. Os jesuítas gabavam-se, outrora, de poderem, se lhes fosse confiada a instrução da criança responder pelas opiniões religiosas do homem. Mas aí tratava-se de um caso de desejos tomados por realidades. E o pedagogo moderno é provavelmente menos eficaz, no condicionamento dos reflexos dos seus alunos, do que o foram os reverendos padres que educaram Voltaire. Os maiores triunfos, em matéria de propaganda, foram conseguidos não com fazer qualquer coisa, mas com a abstenção de afazer. Grande é a verdade, mas maior ainda, do ponto de vista prático, é o silêncio a respeito da verdade.”

(ADMIRÁVEL MUNDO NOVO – ALDOUS HUXLEY)


No final deste post, eu deixarei um vídeo que fala a respeito desta lei, mas antes, devo esclarecer que o Brasil não ficará de fora desta. Visto que o nosso país tem um verdadeiro fetiche pelo estilo de vida americano, e nada, absolutamente, o impedirá de copiar tal lei e daqui a pouco, para que possamos acessar os serviços médicos – que diga-se de passagem são péssimos e isto não é surpresa para ninguém- seremos obrigados a implantarmos um chip como animais sob a monitoração destes predadores globalistas. Estima-se que o Brasil já adquiriu mais de 75.000 unidades deste microchip, isto sem contar os métodos de identificação biométrica através das impressões digitais, que já são quase obrigatórios dentro das empresas privadas e públicas. Inegavelmente estamos vivendo sob a era apocalíptica e só não pode ver aquele que não quer.

Ninguém é mais escravo do que aquele que falsamente se acredita livre. (Johann Wolfgang Von Goethe - 1749-1832)


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FALANDO UM POUCO DO CHIP, MAS SÓ UM POQUINHO (RSRS)

RFID (Radio-Frequency IDentification), guardem bem esta sigla, pois a partir de março de 2013 ela já estará implantada obrigatoriamente no corpo e nas mentes humanas. Um pequeno chip quase do tamanho de um grão de arroz, é capaz de armazenar todos os dados pessoais de um indivíduo e com a ajuda de um scanner, é possível que se realize a leitura de todos os dados ali contidos, como histórico médico, saldo na conta bancária, registro de identificação físicas e jurídicas e blá blá blá blá blá... Isto você já deve saber de cor e salteado, mas o que talvez você não saiba é que este equipamento, não se trata apenas um simples emissor, mas principalmente de um grande receptor. Tecnologias bizarras como a HAARP podem contribuir para que as ondas de rádio trabalhem em desfavor da opinião e senso crítico, tornando-nos assim verdadeiros idiotas e amantes das loucuras governamentais – como mostrei anteriormente no texto do Huxley- e nos dando a falsa sensação de que estamos protegidos pelos braços e afagos dos governantes. Será um método de emburrecimento coletivo de alta potência, mas o pior de tudo é que não se trata apenas de mais uma loucura humana e sim de uma profecia.

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas. Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. (Apocalipse 13:16-18)


Tudo bem, você pode estar pensando que os fanáticos religiosos já tiveram seus momentos de surto com o código de barras e que depois tudo não passou de meras especulações e grandes frustrações para os ideais medievais da religião e do apego desenfreado ao misticismo. Mas o que você não sabe, ou não fez questão de saber, é que o mesmo sistema de codificação utilizado pelo código de barras está inserido no dito “Very Chip”.Segundo este site http://www.taggen.com.br/pt/o-que-e-rfid, O RFID armazena as informações do item no formato EPC (Electronic Product Code), um número que permite identificá-lo de forma exclusiva. E que número poderia ser este? Vi que você está ficando muito espertinho(a), é exatamente o número 666 que não é um número literal e sim mais uma das inúmeras metáforas bíblicas. No tópico seguinte falarei mais a respeito do número 666.

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A SIMBOLOGIA 666

Quando o Apóstolo João foi exilado na ilha de Patmos pelo imperador Nero, ele teve uma revelação do próprio Messias para que escrevesse detalhadamente cada evento que ocorreria no futuro, não somente de sua geração, mas principalmente nas gerações posteriores. No entanto, ele escreveu que o número 666 era o número da besta e que este também e tratava do numero do homem, e que precisava ser calculado. Pois bem, Como relata no livro de gênesis, no sexto dia da criação Deus criou as bestas-feras. No livro de Isaías fala a respeito dos 7 espíritos do Eterno – das 7 características de Seu Espírito, visto que o numero 6, torna-se espiritualmente um numero imperfeito. E no livro do apocalipse diz que esta marca corresponde à um líder tirano e possesso por Ha Satan. Bom, pesquisadores tentaram de todas as formas decodificarem o significado deste número, e através da “saudosa” técnica numerológica cabalística, constataram que 666 corresponde ao nome NERO.






Mas o grande problema não é o número em si, mas o SIGNIFICADO que ele esconde. O tríplice 6 corresponde à trindade satânica os três elementos que destruirão a humanidade, perverterão as pessoas e os levarão à guerrearem contra o Mashiach ( Jesus Cristo). Portanto, este número não pode ser visto de forma literal, muito menos os locais onde eles serão gravados, pois o livro do Apocalipse pode ser muito perigoso quando lido de forma descomprometida com a decodificação dos inúmeros símbolos e alegorias.




Outro detalhe, reparem que o símbolo da MONDEX nada mais é que uma borboleta, que representa a Nova Era.

Acesse esse link e veja outro artigo que fiz a respeito da Marca da Besta:

http://soparaosrarosproducoes.blogspot.com.br/2011/02/marca-da-besta-ja-esta-no-mundo.html




Espero que este post tenha contribuído para abrir os seus olhos, pois já passamos do período das especulações e estamos vivenciando as profecias bíblicas. Em uma sociedade onde o conforto é o que predomina acima de tudo, não será nada difícil ver as pessoas se curvarem às mesmas propostas que foram feitas à Jesus:

“Tudo isso te darei, se prostrado me adorares...” (MT 4:9)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

VAIDADES DE VAIDADES, TUDO É VAIDADE

Salomão escreveu no livro de eclesiastes;“ Vaidades de vaidades, tudo é vaidade”. Tudo passa, tudo se consome como a cruel aproximação do dia, que mais se parece uma prostituta cansada de uma noite inteira de orgias. O dia aniquila nossas utopias noturnas, mostrando-nos que a realidade é mais viva e significativa que nossas muitas fantasias. Mas o que seria essa tal realidade? Nada mais e nada menos que o subproduto da sobrevivência. Dela nascem o medo, a covardia, o apelo materialista e o preenchimento superficial do vazio que habita nos corações solitários. A realidade nos mostra a aproximação da morte que chega como uma noiva que planeja roubar as riquezas de seu marido após matá-lo. A morte causa a dor de não vivermos intensamente cada momento, ela é quem nos faz mendigarmos as sensações e nos perdemos nos beijos que embriagam nossa alma, como se fosse nosso último gole de vinho. A realidade e a morte caminham de mãos dadas como um casal de psicopatas que tendem a estraçalhar os sonhos e toda reverência a vida. Elas nos mostram a face maquiada da vaidade, a mãe de todos os males.

domingo, 8 de abril de 2012

O LADO OCULTO DA PÁSCOA

Norte da Europa, 20 de março de 1500.

Os campos floridos denotam a chegada da mais bela estação: A primavera! As pessoas caminham aos derredores de suas cidades colhendo flores, guardando-as e repartindo-as entre as demais como forma de oferecer boas dádivas. Ainda é dia, e os adultos se reúnem nos campos floridos e iniciam um cântico de louvor à ela que todos os anos os têm agraciado com os encantos, as belezas e a magia da primavera. Seu nome é Ostera (ou Ostara), a deusa da primavera, a progenitora de todos os seres, a deusa mais sexy de todos os tempos (Até mais que Afrodite). Um grupo de virgens é conduzido diante de um altar de pedra erguido no centro campo. Em meio aos mantras, risos estridentes e à perfeita simetria dos cânticos dos pássaros, estas virgens são despidas e somente aqueles que possuem os grandes conhecimentos mágicos, é que poderão possuí-las na tentativa de agradar a deusa sexy – ops, quero dizer, Ostera. Enquanto isso, os demais casais realizam verdadeiros bacanais (termo inspirado nos cultos ao deus Baco na Grécia, onde as pessoas transavam loucamente e chapavam-se de vinho até o amanhecer). O prazer coletivo então toma conta dos vales criando uma atmosfera de sensualidade misturada ao misticismo. Após a suruba, as pessoas trocavam presentes, mas não eram grandes presentes de valores imensuráveis e sim pequenos ovos – de galinha mesmo, ou pato se você preferir – coloridos e adornados como forma de desejar muitos prazeres sexuais e muitos filhos durante a curta e furtiva existência.




Pode até parecer um enredo de filme pornográfico da década de 70, mas esta história é tão verídica quanto o descobrimento do Brasil. Tais rituais de sexo eram celebrados durante os equinócios de primavera, comemorando aquilo que os antigos gregos chamavam de Πάσχα ( Paska) e os romanos de Pascae. É isso mesmo meu amigo(a), essa história marca o início daquilo que a sociedade ocidental conhece como páscoa. Enquanto do outro lado do mundo os judeus comemoravam a Pessach - a passagem do Egito à terra de Canaã - com o matzá - as festas dos pães àzimos – Os povos nórdicos o faziam comemorando a passagem (pascae, paska, páscoa) de outra estação, regada à muito baile funk ( os cânticos Ostéricos e histéricos) e orgias. A junção de todas estas formas de celebração, com o adicional dos “feitos históricos” capitalistas- mais precisamente com os franceses do século XVIII – que instituiram os ovos de chocolate como forma de presentes, hoje nós temos a nossa passagem, a nossa páscoa que cada vez mais se distancia de seu verdadeiro propósito que é comemorar ( trazer à memória) o sacrifício de Jesus na cruz do calvário, precedido de sua ressurreição, a passagem da morte para o limiar de Sua eterna existência. Como vocês podem perceber através dos meus e de vários outros artigos espalhados por aí, a nossa cultura nasceu de um sincretismo maluco cujos significados primais nos é ocultado pela mídia consumista e mentirosa. Isto sem contar a covardia das autoridades eclesiásticas em seqüenciar o silêncio que iniciou-se séculos atrás, desde que o império romano através do concílio de Nicéia, decidiu que uniria todas estas culturas para instituir ao mundo a páscoa cristã. Foi uma tentativa bem sucedida do imperador Constantino em agradar “gregos e troianos” sem que considerassem o cristianismo uma religião chata e nada altruísta. Você pode estar se perguntando: “Mas o que tem a ver a deusa Ostera, a primavera e o coelhinho da páscoa com Jesus Cristo?” E eu respondo, nada. Exceto o nome que se dá a esta comemoração. Mas antes de esmiuçar toda esta história, eu gostaria de compartilhar com você a história da deusa Ostera. Vamos lá???

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OSTERA


Ostera, Eostre, Ostara, eram nomes conferidos pelos povos celtas, anglo-saxões e escandinavos à deusa responsável pelo desabrochar das flores. Segundo a mitologia nórdica, ela vivia rodeada por crianças que cantarolavam sua beleza, era como se fosse uma espécie de Michael Jackson na versão feminina (Você entendeu né?!) e sua Neverland não se limitava à uma casa cheia de animais e parques de diversão, mas a Neverland de Ostera era ela mesma. Sua beleza, carisma, simplicidade e amor à natureza, faziam com que todos os seres de alma pura e ingênua contemplassem-na e não desgrudassem a atenção de sua magnífica beleza. Até que um dia aproximou-se dela um pássaro e Ostera o transformou no seu animalzinho predileto, uma lebre. Lebres e coelhos eram cultuados no ocidente como símbolo da sorte e da fertilidade. Todos os povos antigos, guardavam em suas casas pés de coelho porque acreditavam que este traria sorte na vida, mas principalmente, sorte no amor e muito Sex Apple. Na certa você deve ter algum visinho ou parente que anda com um pé de coelho pendurado no chaveiro. Eu tenho certeza de que se você perguntar do que se trata, ele não saberá responder, apenas dirá que isto trás sorte. Sem querer cortar as asinhas de ninguém, mas a partir de hoje você terá a oportunidade de desmascarar essa mentira que a igreja (Tanto católica quanto protestante ) têm ocultado de você e do coitado do seu vizinho ou parente. Pois bem, o coelho ficou um pouco chateado por não mais poder voar e cantar, mas ao mesmo tempo sentiu-se feliz pela sua agilidade e pela sua potencia sexual. Sua capacidade de botar ovos não lhe foi removida, pois o encantamento proferido pela deusa, transmutou-o apenas na forma, não na essência. Ou seja, por fora ele era um coelho, mas no fundo ele era um pássaro, engaiolado, aprisionado naquela condição de “mamífero pula-pula”. Mas tudo bem, que importa os cânticos e a beleza da vida se ele agora ele tem o sexo? Esta pergunta te lembra algo muito similar na nossa época? Olhe em sua volta e veja quantas pessoas perdem suas belezas interiores por valorizarem muito mais seus ventres que seus corações. Veja quantas pessoas se perdem por acreditarem que o corpo perfeito é a chave que abre as portas da felicidade e do amor, mas no fim se deparam com uma enxurrada de buscas por prazeres sexuais e nada mais, tornando-se assim pessoas frustradas e crentes de que o amor é uma utopia. Entretanto, o coelho que um dia se tornou um pássaro, decidiu que todos os anos presentearia Ostera com seus lindos ovos e também os enterrariam nos campos floridos para que juntos, passasem a eternidade brincando de procurá-los. Os norte europeus também imitavam este gesto, mas com o adicional do sexo desenfreado que encerrava o ciclo das comemorações de equinócios de primavera. Isto acontecia sempre no mês de março, pois na época este era o primeiro mês do ano. No latim, a palavra “prima” significa primeira e “Vera” significa “Estação”, dando a entender que a primavera era a primeira estação, o mês de março. O que mais me intriga é que com a reformulação do calendário, o Papa Gregório adicionou o ano bissexto – o dia 29 de fevereiro – para que os anos sincronizassem com as páscoas e que elas sempre caíssem nos domingos – que na antiga Roma pagã comemoravam o dia de Apolo e Mitra.






Ostera também foi assimilada às diversas outras deusas de nações diferentes. Na Grécia ela se chamava EOS, a deusa do amanhecer. Na cultura indo-européia ela se chamava Frigg, a esposa de Odin. Nas culturas persas e fenícias, ela se chamava Astarte ou Astarote ( hoje considerada um demônio que compõe uma das pontas do pentagrama, a quem os satanistas conferem o título de demônio dos ares, ou do vento.) e na cultura babilônica, ela simbolizava a deusa Ishtar, a guardiã dos portões babilônicos, cuja figura era de um leão alado como mostra na imagem abaixo. Hoje Ostera se mantém esquecida pelos povos, exceto pelas bruxas Wiccanas que ainda realizam o sabá à cada chegada da primavera européia – mesmo estando no Brasil. Mas o significado da páscoa se mantêm vivos, agora com a make da ressurreição do Salvador, que diga-se de passagem, não pediu cultos para si, sequer dias comemorativos, pelo contrário, recusou do jovem rico o título de BOM (Mateus 19 – 16). Certamente Jesus foi ressurreto no dia da Pessach Hebraica, mas isto não quer dizer que devemos abraçar todas as Pessach’s do mundo e atribuí-las à Ele, mas foi exatamente isto que aconteceu no conselho de Nicéia com o Imperador Constantino e o papado romano. Com a chegada da reforma protestante, foram abolidas algumas liturgias católicas, mas estas mantiveram-se vivas e de suma importância principalmente para o capitalismo com a venda dos ovos de chocolate, criados pelos franceses do século XVII como citei anteriormente.


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Ovos de Páscoa


Os povos nórdicos valorizavam tanto a simbologia do ovo, que chegaram a dizer que a Terra foi chocada como um imenso ovo gigante. Até mesmo nas culturas orientais, o ovo teve sua proeminência e seus momentos “Ostéricos” de contemplação absurda, quando os membros das primeiras dinastias chinesas presenteavam uns aos outros com ovos adornados. Em todas as culturas existentes no mundo, o ovo simboliza sempre a mesma coisa; Fertilidade. E não há fertilidade, sem a sexualidade. Certo dia eu estava assistindo TV e em um destes telejornais – daqueles que o âncora serve apenas para dizer Boa Noite (rsrs)- foi mostrado um ranking de alimentos mais consumidos no mundo segundo a ONU. Incrivelmente o chocolate ganhou a sexta posição na preferência global, perdendo apenas para o leite, pão, arroz, batata e a coca-cola (rsrsrsrsrsrs). Brincadeira. As hortaliças ganharam a quinta posição e eu me assustei ao saber que as pessoas preferem o chocolate que as carnes, que era o que eu acreditava estar sobre a mais elevada escala na preferência destes nobres predadores chamados homo sapiens. Entretanto, o mercado capitalista transformou o chocolate na mais potente guloseima. Existem até mesmo certos cientistas que defendem o poder tranqüilizante deste derivado do cacau, eles afirmam que o chocolate é capaz de aliviar a tensão nervosa e a ansiedade. O que dizer então das indústrias de Amsterdã e do norte da Califórnia que produzem bombons de maconha? Pois bem, sabendo da importância e da fascinação que esta guloseima desperta, as indústrias não perdem tempo em literalmente empurrar goela adentro dos consumidores, não apenas o doce do chocolate, mas o amargo dos bombardeios publicitários que desde algumas décadas para cá, assimilaram-no com as mais expressivas formas de demonstração de afeto e ternura. Ou seja, se você, meu amigo, deseja conquistar uma garota, se não houver um chocolate durante o processo de conquista, ficará a impressão de que faltou alguma coisa. Não estou dizendo que a garota o rejeitará por não ter recebido de suas mãos um presente achocolatado, mas estou afirmando com toda certeza que ficará no ar uma impressão – mesmo que seja leve – de que algo está faltando em tudo aquilo. O chocolate se tornou uma espécie de alquimia moderna. Além dos mistérios de sua fabricação, ele é capaz de transformar qualquer coração saudável em uma bomba-relógio. Portanto, aprecie com moderação. O que me revolta nessa história maluca não é o chocolate, mas o significado dos ovos de páscoa. O que me revolta é que as indústrias continuam propagando o paganismo para as pessoas que na certa não estão interessadas nisto, mas continuam comprando pela triste obsessão no poder irremediável da tradição. O chocolate não está conspirando contra o universo para aumentar as taxas de glicose no sangue, nem causar obesidades, muito menos arritmia cardíaca... O chocolate é apenas o chocolate e seu consumo deve ser respeitado como qualquer outro alimento. O que de fato conspira contra a vida é a Páscoa e isto será mostrado no próximo tópico.



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A Páscoa e a Nova Ordem Mundial.



Você deve estar pensando: “Lá vem esse maluco tentando botar chifre na cabeça de cavalo”. E eu digo que não. Visto que as mensagens subliminares mais simples são capazes de produzir reações inesperadas através das multiplicidade de cores, gestos, vibrações sonoras, causando assim certas induções hipnóticas, levando suas vítimas à um estado de sugestionabilidade psíquica, transformando-os em verdadeiros escravos dos comandos hipnóticos de quem está por detrás das câmeras de TV, então o que dizer de uma mensagem subliminar cujo verdadeiro conteúdo nos foi escondido há séculos e esta foi perpetuada como uma das grandes verdades absolutas do universo? Quando eu me refiro à hipnose, não estou tratando exatamente daquela pessoa que odeia cebola e que quando se submete à uma sessão de hipnose, a devora como se fosse uma maçã. Eu estou falando de hipnoses em graus menos elevados que quando vão se repetindo, escraviza todos os hemisférios de seu cérebro e sua vida se torna uma grande dependente de tais comandos. Um pequeno exemplo, enquanto você lê este post, você está sendo levemente hipnotizado, pois toda sua atenção está voltada à este texto. Em alguns momentos você pode ter sorrido, sentido alguma frustração, raiva, repúdio, ou admiração. Você apenas seguiu algum parâmetro instituído pela objetividade do texto. E isto é absolutamente comum. Só não é comum nós nos tornarmos escravos destes padrões hipnóticos mentirosos e carregados de mensagens subliminares que agridem como um estupro, o nosso subconsciente, fazendo-nos agirmos como marionetes do sistema. Agora que você já conhece a causa da páscoa, chegou a hora de conhecer os efeitos. Como mostrei anteriormente, a páscoa está sintetizada com os ideais pagãos e judaicos, mas tudo caminha sob a superfície da primavera, que é a principal mensagem subliminar do processo. Quando lembramos da primavera, nos vêm em mente as flores cercadas de águas cristalinas, gramas esverdeadas e um clima ameno que propicia o doce equilíbrio do ecossistema. E não estamos errados! A primavera é a beleza, é o encanto, é o perfume. Mas o problema é que o homem têm destruído este equilíbrio. As leis, as campanhas de conscientização para a preservação da natureza, não têm sido suficientemente eficazes ao ponto de despertar nas mentes humanas a consciência de que sem natureza não há vida. Mas o grande problema não está apenas na consciência dos civis, o problema maior está na ganância dos governos e dos empresários que alimentam a insaciabilidade humana projetando máquinas super-potentes e super-agressivas ao meio ambiente, pelo vil propósito de mostrar a todos que é possível viver e realizar todas as atividades diárias por meio de aparelhos eletrônicos. Eles mostram que viajar em um carro movido à gasolina que efetua um disparo de 120 km por segundo é mais confortável que caminhar ou mesmo andar de bicicleta. Eles te fazem acreditar que a vida de um galã de cinema que circula ao lado de uma linda mulher dentro de uma Ferrari que é uma vida mais apropriada e com muito mais sentido. Eles mostram que você deve comer apenas no MC Donald’s porque é um espaço recreativo e que o chazinho da vovó, nem se compara aos benefícios do doce câncer provocado pela coca-cola. Por outro lado, eles promovem tratados ambientais com o intuito de justificarem suas pateticidades e fazer você acreditar que é o único responsável pelos desastres ambientais que assolam o mundo. Ou seja, se tais campanhas e leis não dão resultado algum, o único jeito de continuar a existência é cumprir com o que está estabelecido nas pedras guias da Geórgia; que é a redução populacional. Se você ainda não conhece esta história, eu peço que pare por aqui, pesquise, busque todas as informações necessárias, inclusive sobre os campos de concentração da FEMA e em seguida retorne sua leitura para que as coisas fiquem mais esclarecidas. A elite maçônica – a mesma que cultua YahBulOm, e que têm Lúcifer como sua iluminação cabalística- quer que você acredite no poder transformador da Nova Era, que cresce como as flores na primavera, que de fato simboliza subliminarmente a passagem (Pascae) de uma humanidade destruidora e egoísta à uma supostamente harmonizada com o universo. Mas, para que isto seja possível, será necessário instituir a era de Aquários que aprisionará os mortais na condição de servos de um sistema cujo poder está centralizado em um só homem que coordenará todos os governos e todas as religiões. Eles dizem que é impossível que as árvores cresçam se existem tantos casas, carros queimando combustíveis fósseis e aparelhos eletrônicos consumindo de forma incalculável tanta energia. Mas eles não dizem que são exatamente eles os que conhecem a psicologia humana e sua natureza insaciável e promovem a ambição e a cobiça. Jesus disse uma frase que não mais saiu da minha cabeça desde que a escutei pela primeira vez. Ele disse:

‘Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço’ ( LC 21:34)

E é exatamente deste modo que a humanidade se encontra; em um constante estado de fome, embriaguez e incessantes cuidados com as superficialidades da vida. Fome de poder, embriagando-se nos desvarios do consumismo e entregando-se às incessantes buscas pela satisfação do próprio ego, mesmo que isto custe as lágrimas do outro. Comemore sua páscoa realizando sua passagem dos vales obscuros da mentira para a luz da verdade que irradia seu brilho transformando todos os seus conflitos em paz de espírito e principalmente em paz com Deus.

Feliz Passagem à todos!

sábado, 31 de março de 2012

ACHEI ESSE TEXTO DO HUXLEY BASTANTE INTERESSANTE E QUERIA COMPARTILHAR COM VOCÊS

A Verdadeira Religião é Individual e não Social

Aldouls Huxley

É possível que a religião da solidão seja de certa maneira superior à religião social e formalizada. O que é certo é que ela apareceu mais tarde no decurso da evolução. Além disso, os fundadores das religiões e seitas históricamente mais importantes têm sido todos, com excepção de Confúcio, solitários. Talvez seja verdade dizer-se que, quanto mais poderosa e original for uma mente, mais ela se inclinará para a religião da solidão, e menos ela será atraída no sentido da religião social ou impressionada pelas suas práticas. Pela sua própria superioridade a religião da solidão está condenada a ser a religião das minorias. Para a grande maioria dos homens e das mulheres a religião ainda significa, o que sempre significou, religião social formalizada, um assunto de rituais, observâncias mecânicas, emoção das massas. Perguntem a qualquer dessas pessoas o que é a verdadeira essência da religião, e eles responderão que ela consiste na devida observância de certas formalidades, na repetição de certas frases, na reunião em certos tempos e em certos lugares, da realização por meios apropriados de emoções comunais.

segunda-feira, 26 de março de 2012

DEBATE INCRÍVEL - CAIO FÁBIO X PAULO COELHO




ESTE DEBATE FOI CAPA DA REVISTA VINDE NO MÊS DE MAIO DE 1997.

TEMA; MISTICISMO.


PAULO COELHO – Tudo é fé. Na verdade, o que é capaz de remover montanhas transformar o ser humano é a fé. A fé é um passo que você dá sem saber o resultado. Mas com a certeza de que alguém está segurando sua mão. Já o misticismo seria um subproduto da fé, que levaria ao fanatismo e à superstição.

CAIO FABIO – O misticismo é uma fé envolta por credulidade e a fé é uma percepção do mundo invisível que o trata com cristalinidade. A fé se projeta para o centro de poder do universo, que é o Criador. E o misticismo se concentra nos elementos intermediários, ao invés de se concentrar naquele que irradia toda vida e todo poder. Se concentra nos aparatos, nos instrumentos, nas pedras de toque, nos mediadores visíveis. O grande desafio que a gente vê na Bíblia é exatamente este: não colocar nesses instrumentos, nesses mediadores menores, a fé que a gente deve depositar no Criador acima de tudo e acima de qualquer coisa.

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IDOLATRIA

CAIO FÁBIO – A idolatria é uma fé reduzida, confinada, a serviço do objeto tocável, palpável, e que se esqueceu que a causa de todas as coisas é invisível, que é o Criador.

PAULO COELHO – Aí começam as diferenças entre mim e o pastor. Eu sou católico. Saindo do catolicismo e indo para a origem ao cristianismo, para um momento anterior ao cisma, a Igreja Ortodoxa sempre nos colocava a iconografia, o ícone era a manifestação de vida, da presença e da beleza de Deus. Ou seja, o sujeito ia para ali, pintava aquela imagem, e ao pintar aquela imagem não era simplesmente o ato de passar um pincel. Ele procurava manifestar a beleza que estava vendo e condensa-la no sentido de mostrar como ele a percebia. Por outro lado, como nós somos seres humanos que não atingimos a perfeição, nós precisamos de um elemento catalisador. Eu, por exemplo, me ajoelho diante de São José, que é meu santo padroeiro. Ao contemplar a visão que alguém teve de São José, eu consigo usar aquela imagem para me catapultar para uma energia maior.

CAIO FÁBIO – A questão passa por duas variáveis. A primeira é o que, existencialmente, você possa sentir num dado momento, fitando um objeto que para você tem um poder inspirador. O outro é aquele que é o caminho aberto pela revelação de Deus nas Escrituras, que é um caminho de construção com o invisível, exclusivamente pela fé. Aí, a gente tem o grande clamor de Deus a Moisés no deserto: “Ouve, ó Israel, o Senhor teu Deus é o único Deus e não esqueças de que no dia em que o Senhor falou contigo no deserto não viste nem imagem, nem contorno, nem coisa alguma, porque Deus é Espírito”.

PAULO COELHO – Mas Deus mandou Moisés construir uma serpente.

CAIO FÁBIO – Eu vou chegar lá. Então há esse objeto de adoração universal, invisível. E aí vem Jesus e repete isto, falando a uma mulher de Samaria que quer adorar, mas não sabe onde, se no monte Gerizim ou em Jerusalém. Jesus diz: “Mulher, vem a hora, e já chegou, que nem aqui neste monte, nem em Jerusalém, adorareis ao Pai. Porque Deus é Espírito e importa que seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade”. Então quando a gente está falando de uma relação adulta, madura, a gente está falando de um relacionamento que vê o invisível pela fé, que encontra satisfação na relação com o intangível e que assume a intangibilidade de Deus como a única forma possível de se relacionar com Deus. Com relação a Moisés e aquela cobra do deserto, a gente está no ponto em que eu quero chegar. Quando Moisés mandou construí-la, quem olhasse aquela serpente de bronze seria curado das mordeduras das víboras que tinham entrado no acampamento de Israel, como uma maldição pela desobediência deles. Alguns anos depois, você vai recordar, Deus mandou destruir aquela serpente de bronze porque ela virou fetiche. Aquele era um elemento absolutamente circunstancial, apenas materializador de uma mensagem. E a mensagem era basicamente a seguinte: a maldição de vocês está sendo absorvida por um igual. Serpentes matavam, e aquela serpente de bronze que foi criada por Moisés era a materialização do fato de que esta maldição que mata hoje está sendo absorvida por esta serpente aqui, mas esta serpente não tem nenhum valor intrínseco, é só bronze. Aí o povo de Israel ficou tão apaixonado pela serpente que passou a cultuá-la. Então Deus mandou destruir a serpente.

PAULO COELHO – Exatamente. Aí reside o perigo. O perigo de você pegar um meio como se fosse um fim. Para mim, Deus é visível, e não invisível. Quando você olha uma flor, ou olha o mar, isso é uma manifestação visível. Ele está em cada coisa. Em coisas que o homem criou ou que Ele criou. Então, quando você chega a este ponto, você olha o mar e de repente entende que ali está Deus – aí, o mar desaparece e você vê Deus.

CAIO FÁBIO – Quando a Bíblia fala da natureza, ela está falando dos atributos. Deus está presente em todas as coisas, mas todas as coisas não são Deus. Quando você parte para a idéia de que todas as coisas são Deus e não parte para esta contrapartida, a gente confina o Criador nesta prisão cósmica.

PAULO COELHO – Eu fiz uma música assim com Raul Seixas: “Saiba que eu estou em você, mas você não está em mim”. Era uma música chamada Gita, e era baseada na idéia de Deus.

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RELIGIÃO


CAIO FÁBIO – Pessoalmente, acho que a religião exerce um papel de aio, como diz o apóstolo Paulo. Aio era aquele escravo romano que pegava crianças na creche, levava pra casa, pegava de casa e levava pra creche. Em outras palavras, a religião é uma medicina para algo humano, mas está absolutamente longe de ser o ideal divino do desenvolvimento da espiritualidade de qualquer pessoa.

PAULO COELHO – Concordo. Caio tem uma religião, ele é pastor e eu sou católico, mas acho que nós dois vemos com suficiente clareza que a religião é um caminho. Eu não encontrei Deus pela religião. Encontrei Deus porque o perdi. Você só pode encontrar uma coisa que você perde ou que nunca teve. Partindo do princípio de que a gente sempre tem Deus desde o nascimento, você só o reencontra se ousar perdê-lo. Jesus escolheu Pedro porque ele foi o único que ousou perdê-lo, foi colocado na mesma bandeja com Judas. Ou seja, um traiu e outro negou, um aceitou o perdão de Deus e outro não aceitou, negou tudo o que Jesus tinha falado e se enforcou. Acho importante esse processo de negação, acredito muito na rebelião, espiritual e interior. Uma fé submissa é, para mim, fundamentalista, que qualquer coisa pode abalar. Eu sempre fui muito curioso e meio ousado. Claro que eu podia ter me estrepado. Cada passo que se dá é um risco. Até a luz é um risco, porque se você ficar olhando muito o sol, você fica cego.

CAIO FÁBIO – Mas é bom lembrar que Lúcifer é sede de luz.

PAULO COELHO – É preciso experimentar todos os vinhos para saber qual é o melhor para você. Não se pode sempre dizer não, mesmo que você apanhe. Eu sou um cara que continua, enfim, procurando. Hoje em dia eu aceito muito mais do que eu aceitava antes, mas continuo prestando atenção em tudo, agora, procurando guiar meu coração.

CAIO FÁBIO – Eu diria o seguinte: a religião nunca me seduziu, nunca me fascinou. Ao contrário, eu entendi há 23 anos que a religião era apenas um meio sofrível que poderia me oferecer um espaço de convívio com a fé, um convívio mais próximo, mais identificável com gente que estava na mesma caminhada confessada que eu estava. Mas os conflitos que eu tive – e tenho – com a religião são grandes. A grande fascinação exercida na minha vida foi a pessoa de Jesus e a percepção de que Ele não cabia em projeto religioso nenhum. Os cristãos que têm fé em Jesus podem ser de Jesus, mas Jesus não é dos cristãos. Ele é maior do que o cristianismo, maior do que todas essas construções religiosas que estão aí. Eu percebi e devo isso a duas coisas: em primeiro lugar, a uma revelação do Espírito Santo, através da Palavra de Deus; além disso, a uma bagagem histórica. Foi muito útil ter sido hippie, foi muito útil todo aquele processo de questionar instituições.

PAULO COELHO – Você foi hippie? Eu também fui hippie, e hippie mesmo (risos).

CAIO FÁBIO – Juntar a rebelião hippie com a revelação do Espírito Santo cria no coração um desejo enorme de conhecer a Deus, de amar a revelação visível de Deus nesse mundo, que é Jesus, e a consciência constante de manter uma relação de permanente tensão com a religião. Ou seja, é uma relação de love and hate, eu te amo e eu te odeio (risos). E fica o tempo todo, porque no dia em que você apenas odiar, corre o risco de perder a comunhão com milhões de pessoas que estão conscientemente andando na direção que você diz estar andando. E no dia que você amar radicalmente e totalmente, você corre o risco de ser domesticado por uma espiritualidade pequena que rouba de você a percepção de sua irmandade fraterna – extremamente maior do que a religião.

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LIVRE ARBÍTRIO

PAULO COELHO – Eu acredito que o livre arbítrio é uma área muito pantanosa para se discutir, mas acho que ele usa essas pessoas que, teoricamente, exercem o livre arbítrio para negar a Deus ou para mostrá-lo, você me entende?

CAIO FÁBIO – Claro. No fim de tudo, todas as coisas vão cooperar para o bem dos que amam a Deus e para a glória de Deus.

PAULO COELHO – Eu posso abstrair. Deus, no jardim do Éden, pôs a serpente para usar como símbolo para colocar o universo em movimento, para que as coisas pudessem fazer esse percurso e voltar ao ponto de partida, que é o bem de quem ama a Deus e a grandeza de Deus. Se não houvesse todo esse círculo seria um horror, nós não estaríamos aqui, não estaríamos combatendo o bom combate, fazendo parte dessa missão. Agora, além de tudo, eu respeito o mistério. A primeira pergunta foi sobre a fé, e a fé é você dar um passo no escuro, só que com coragem, sabendo que alguém pega tua mão e te conduz. Eu só consigo ir até aí, só consigo ver até aí e não tem como ir além disso.

CAIO FÁBIO – A tentativa de ir para além disso é uma tentativa demoníaca, luciferiana, é querer concorrer com o Criador. Agora, em relação ao livre arbítrio, Deus não deu tudo programado, por uma razão muito simples: da coisa programa não ia brotar amor. E Deus é amor. O amor de Deus, ou qualquer outra forma de amor, só existe se puder haver uma porta aberta para qualquer outra coisa que não seja amor, que seja a opção, como virar as costas por não querer falar. Então, o fato de que Deus é amor não dá a Ele qualquer outra chance de criar seres inteligentes que não possam dizer: “eu não quero te amar”. Essas são algumas das limitações intrínsecas que existem no universo. Um ser relativamente livre, que sabe que existe, mas que não tem nenhuma outra chance de ser qualquer outra coisa, então é uma máquina de confessar amor por Deus. Aí teríamos uma contradição. Deus corre o risco e não ser amado, mas Ele prefere reste risco do que a certeza de um amor que não tem chance de ser qualquer outra coisa.


PAULO COELHO – Eu acho que Ele não corre o risco. Acho que Ele sabe a fim da história.

CAIO FÁBIO – Claro. É por isso que Ele é Deus (risos).

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ATEÍSMO

CAIO FÁBIO – Eu nunca encontrei um ateu de fato. Eu encontro pessoas com incapacidade de aceitar certas idéias de Deus. São muito mais reações de natureza psicológica a determinadas formas nas quais o sagrado é embalado do que propriamente uma rejeição de Deus. Há pessoas que foram tão esmagadas, tão traumatizadas pela tirania institucional do sagrado ou da religião que nunca conseguiram perceber Deus para além daquelas fronteiras e que dão uma resposta raivosa a essa opressão. Há a visão analítica da presença histórica da religião na civilização humana, que foi o que fez Marx e outros olharem para o fenômeno religioso e negarem este fenômeno. Eles trouxeram para dentro dessa idéia a negação de Deus porque, na cabeça deles, a idéia de Deus estava profundamente arraigada naquele processo de dominação histórica que eles estavam abominando com razão de ser. Porque até Deus abominava aquilo. Mas, fora disso, eu nunca encontrei ninguém cujo ateísmo não pudesse ser explicado.

PAULO COELHO – Cada vez que uma pessoa diz “eu não acredito em Deus”, na verdade, a frase não acaba aí. É quase um pedido de ajuda. É como se dissesse: “por favor, me responda”, entende? Se você não polemiza, não é isso que interessa à pessoa. Ela quer que você polemize, quer que você fale. Dizer que não acredite em Deus é como um pedido de ajuda. Se não, ela não teria nem necessidade de dizer isso. Fizeram uma pesquisa agora, e deu 1% de ateus.

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FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO


CAIO FÁBIO – Qualquer fundamentalismo é igual, seja religioso, científico ou político. E todos eles trabalham em cima dos mesmos propósitos. A pessoa acredita na possibilidade da sintetização de toda a verdade. O fundamentalista é o indivíduo que acredita que cabe na cabeça dele, na liturgia dele, tudo aquilo que a gente possa chamar de verdadeiro.

PAULO COELHO – O risco do fundamentalismo é grande, porque a gente acaba partindo para a idéia de que “o meu Deus é melhor do que o seu”. Assim como a fé, a busca espiritual se transformou na questão central da existência humana, e o será nos próximos 100, 200 anos. E como as pessoas acham que não sabem ter fé, se sentem indignas, elas tendem se segurar numa idéia fechada de Deus. Isso então vai provocar, daqui a um tempo – se a gente não cortar o mal pela raiz -, guerras religiosas. Vai provocar novamente a luta pela coisa mais ilógica do mundo que é: “O meu Deus é mais forte que o seu”. Esta luta não tem como acabar, porque se você conseguir impor o seu Deus, você já acabou com tudo. Isso me preocupa muito.

CAIO FÁBIO – Todo fundamentalista é pagão, porque é confinador daquilo que é inconfinável, que é Deus. O fundamentalismo pratica a mais estúpida tentativa que o ser humano pode fazer sobre o Criador, que é tentar domesticar Deus. Ou então querer dizer até onde Deus vai, o que Deus pode e o que não pode fazer, ou a quem deve ouvir. O fundamentalismo entende que Deus está a serviço da religião, e isso é paganismo cego, inverte a ordem universal, na qual todas as coisas existem para Deus e em Deus. E Deus é aquele que tem a absoluta liberdade de ser, sem jamais explicar porque Ele resolveu ser o que Ele é. Esses grupos todos que falam de maneira obcecada e fanatizada sobre fé, em geral, são os mais inseguros e os mais resistentes, porque não têm capacidade de aceitar qualquer encontro com qualquer coisa que eles acreditam, sob pena de que isso sacuda e enfraqueça os fundamentos, sobre os quais não admitem que se façam perguntas.

PAULO COELHO – Muito bem explicado.

CAIO FÁBIO – A maior luta de Jesus foi contra os fundamentalistas. Foi o fundamentalismo que matou Jesus. O fundamentalismo que não aceita que o milagre seja feito no dia de sábado, que diz que Jesus não pode tocar nas coisas que ele toca, comer a comida que come, conviver com as pessoas com quem convive.

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DEMÔNIOS

CAIO FÁBIO – Eu acredito. Não como uma encarnação do mal. Acho essa visão muito simplista. Não existe, nesse universo, nada que não seja criatura. O único que é, é o Criador. Todas as outras formas de existência são derivações Dele, são criações Dele. Só que algumas dessas criações existem e não sabem. Existem para outrem, não para si mesmas. Possivelmente, (o planeta) Júpiter não diz: “Eu sou Júpiter!” (risos). Mas existem outras criaturas com consciência de si. Em graus menores ou maiores, esses seres – que se conhecem e dizem “eu sou”, que sabem que existem, que se percebem – carregam dentro de si a virtude absolutamente radical que é a de decidir que seres eles querem continuar a ser. Eles fazem opção, como eu faço todos os dias. Todos os seres inteligentes que se auto percebem no universo têm poder de decidir. Eles não são máquinas solares, não são seres programados para um tipo de função, para fora das quais eles não tenham chances. Quando a Bíblia fala de demônios, ela está falando de seres que se conhecem e que, em algum momento na história do universo, iniciaram um processo de exercício de vontade além dessa contemplação apaixonada pelo Criador. Ou seja, demônios são narcisos incuráveis, que, ao invés de se saciarem com a beleza do criador, olharam para si e disseram “eu sou”. E aí, o centro do universo mudou e eles passaram a ser o centro, nesta busca de centralizar todas as coisas em si. Inicia-se um processo de tentativa de sedução da criação para fora dessa paixão, desse amor pelo Criador. Então, essa é uma maneira psicológica de descrever o surgimento do fenômeno demoníaco no universo.

PAULO COELHO – Vejo o demônio como braço esquerdo de Deus. E vejo que, na nossa limitada capacidade, criamos demônios artificiais que podem até se materializar e interferir, na medida em que você esteja nas trevas, na medida em que você acredite no poder desses demônios. Então, eu crio o demônio x e começo a mentalizar aquele demônio em outra pessoa. Se a pessoa acreditar no demônio que criei, então ela está perdida. Na medida em que você não se deixa possuir pela fé naquele demônio que foi criado, ele deixa de existir. Os demônios têm muitos nomes: inveja, avareza... Se você acredita nestes demônios, dançou.


CAIO FÁBIO – Paulo, acho que a gente está falando de duas coisas. A primeira é: existem demônios objetivos, reais, seres, entidades antagônicas ao amor de Deus nesse universo?

PAULO COELHO – Existem.

CAIO FÁBIO – Sim, mas esses seres não foram criados por Deus demoniacamente. Eles se tornaram seres demoníacos. Então, nesse sentido, eu não acredito que os demônios sejam o braço esquerdo de Deus, cumprindo uma missão. O que quero dizer é o seguinte: tenho a liberdade, pela minha existência individual, de exercer funções antagônicas ao amor de Deus no Universo. Eu posso ser um irradiador de ódio, de amargura, de morte, de tudo aquilo que desagrega. Foi por isso que falei que são duas coisas diferentes. A primeira é o demônio como um ente no universo, e é isso que eu estou gastando esse tempo todo para falar. Esse exercício deu na liberdade individual contra o amor de Deus. Esse é o demônio, e existem também os demônios que são projeções de nossos medos, temores, perversidades, maldades que tanto vão de mim para o outro como vêm do outro para mim. Esse demônio é só troca. Agora, esse outro que é entidade, independentemente de eu acreditar que ele existe ou não, ele existe.

PAULO COELHO – Mas essa força é igual a Deus?

CAIO FÁBIO – Claro que não, ela é criatura.

PAULO COELHO – Se ela é criatura, então ela teve um criador.

CAIO FÁBIO – E o criador é Deus. Ele criou seres como eu e como você, que têm consciência da própria existência. Agora, justamente porque eu sei o que eu sou, posso sair daqui, chegar ali fora e abraçar alguém ou esmurrar alguém. Eu posso existir a favor do amor de Deus ou contra o amor de Deus, e aí eu posso me demonizar. Quando a Bíblia fala de demônios, está falando de entidades espirituais que exercitaram a sua vontade contra o amor de Deus.

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LUTAR CONTRA DEUS


CAIO FÁBIO – Na Bíblia, os homens a quem Deus levou mais a sério foram os que lutaram contra Deus.

PAULO COELHO – Jacó, por exemplo.

CAIO FÁBIO – É, Jacó, que sai no pau com o anjo a noite inteira (risos). E no fim, Deus diz: “Olha, Jacó, você agora vai se chamar Israel, que significa aquele que contendeu com Deus”. E Deus diz isso numa boa. Você pega Moisés, por exemplo, que chega para Deus e diz o seguinte: “Olha, ou o Senhor continua sendo Deus deste povo aqui e anda com este povo, ou então me risca do teu livro, então não vou mais andar contigo também”. E Deus chega e acolhe este indivíduo, porque, estranhamente, Deus não gosta de uma relação com Ele que não tenha coragem de lhe fazer perguntas.

PAULO COELHO – Posso fazer uma observação?

CAIO FÁBIO – Pode.

PAULO COELHO – Essa idéia me anima muito, porque, como católico, eu acredito no mistério da Trindade, e Deus luta com Deus na medida em que Cristo, em dois momentos que estou me lembrando agora, o rejeita. Um, foi quando disse: “Pai, afasta de mim este cálice”. Ele não vai aceitando, entendeu? E outro foi pouco antes de morrer, quando Jesus diz: “Meu Deus, por que você me desamparou?”. Entendeu? Ele, sendo Deus, luta consigo mesmo, e nós podemos ser a favor de Deus ou contra Deus. O que nós não podemos ser é sem Deus. Essa relação passional que nós temos com Deus é fundamental, porque nos culpamos muito de tomar, às vezes, a atitude que Jacó toma quando ele luta com Deus. Ele peita e passa a noite inteira, e na hora que essa pessoa quer partir, ele diz: “Não, não vá embora, você só vai embora se me abençoar”. E aí ele é abençoado.

CAIO FÁBIO – E Deus muda o nome de Jacó para Israel como prêmio. Israel é um nome que etimologicamente significa “aquele que lutou com Deus”.

PAULO COELHO – Exatamente.

CAIO FÁBIO – Quer dizer, o prêmio histórico dele é ter sido aquele que lutou com Deus e venceu.

PAULO COELHO – E nós nos recusamos a aceitar que podemos, muitas vezes, lutar com Deus, isto é, combater o bom combate. Aí vem a culpa, você se acha longe de Deus, e diz: “Ah, eu não sou digno e acabou”. Um cara que não lutou com Deus foi Jó. Jô é um cara que vai aceitando tudo. Ele é o profundo cumpridor de seus deveres, está ali, fiel, prestando todos os seus sacrifícios, profundamente agradecido, e é esse a quem Deus pune.

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JUSTIÇA DIVINA


CAIO FÁBIO – Tem uma coisa interessante, pensando em Jó. Enquanto ele é obediente, disciplinado, certinho, absolutamente grato, bem sucedido, próspero, ele conhece a Deus só de ouvir. Depois ele perde tudo o que tem e ganha um câncer de pele, passa pela agonia, experimenta a contradição teológica trazida pelos amigos dele, que querem encontrar na sua dor alguma coisa que seja explicada pelo pecado. Mas ele diz: “O fato de passar pelo que estou passando não tem nada a ver com pecado”. E aí ele abre o coração e inicia um processo de confrontos e de lutas enormes com Deus para, no fim do livro, chegar e dizer a súmula de todas as coisas. Ele diz a Deus: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem”. Ou seja, antes, quando estava naquela prosperidade abençoada, ele era apenas alguém que sabia de Deus. Agora, depois de um despojamento profundo, radical e de lutas com Deus, noites escuras, perguntas e argüições...

PAULO COELHO – E injusto, aparentemente. Porque, afinal de contas, ele – e quantas vezes nós – vamos tirar de Jô e trazer para a gente -, quantas vezes sentimos Deus injusto? Entenda, a gente está fazendo o trabalho dele, está dando o melhor da gente, procurando cumprir aquilo que nós acreditamos ou entendemos como fé, e de repente vem um problema que não estamos esperando. Então a gente sente o roçar do que a gente acha que é injusto, mas, na verdade, e o Caio falou bem, é o momento em que Deus está cutucando para você entender a interferência dele na sua vida.

CAIO FÁBIO – Até porque, de alguma forma, Deus não tem nenhum compromisso com a realização de qualquer tipo de justiça cartesiana em relação a nós. O desejo e o compromisso Dele é de fazer a gente crescer, se tornar gente e perceber o mistério de Deus, a grandeza dessa revelação de Deus e de nos fazer dar um salto para além dessa relação com Deus que é meramente informada que é daquele que sabe sobre Deus, acerca de Deus ou de Deus. Ou seja, ele nos põe para além da teologia, que é o estudo de Deus, uma coisa muito primitiva. Jó diz: “Antigamente, eu te conhecia só de ouvir, agora eu transcendi a isso, os meus olhos estão vendo o invisível”.

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PAULO COELHO FALA DE CAIO FÁBIO


PAULO COELHO – O que eu conheço do Caio são as obras. Para citar a Bíblia, ela diz que pelas obras, não importa se você tem fé ou não, Jesus faz a famosa definição das pessoas. É pelos frutos que se conhece a árvore. Essa definição está presente em várias outras culturas, em várias outras religiões também. A pessoa pública que Caio é e o trabalho que ele realiza são muito claros para mim. Não é o cara que só fica teorizando a respeito de Deus. Ele sabe que Deus se manifesta visivelmente.


CAIO FÁBIO FALA DE PAULO COELHO

CAIO FÁBIO – Eu o acompanho há muitos anos e via algumas pontuações na sua vida bem marcantes. Quando eu comecei a perceber Paulo Coelho no horizonte do Brasil, há muito tempo, percebi uma pessoa com uma sede enorme de Deus, querendo essa Água da Vida. Fui vendo que sua obra, por exemplo, é uma jornada espiritual. A gente começa com um Paulo Coelho que assumia uma imagem pública. Para mim, que estava de longe olhando, você era um bruxo no início. Aí esse bruxo vira mago. Aí esse mago vira escritor e depois vira um católico que escreve (risos). Eu estou vendo essa jornada e, para mim, o ponto de virada foi no dia em que o vi dando uma entrevista – não me lembro se para a Marília Gabriela, foi num Cara a Cara desses -, quando você disse o seguinte: “Eu encontrei as trevas, e você não pode imaginar o que é isso. Ninguém deve brincar com isso”. Houve uma profunda virada, que eu senti na sua maneira de ver quando você fez essa declaração e a sua caminhada vira numa outra direção daí em diante. Há muitos anos eu oro regularmente por você.

PAULO COELHO – Muito obrigado, não pare de rezar (risos).

CAIO FÁBIO – Oro sempre pedindo a Deus que o fluxo da graça dele sobre a sua vida permaneça sempre, que Ele tome você pela mão todos os dias. Não sei se você se recorda, mas eu acho que há uns três anos sua assessoria e a minha secretária várias vezes tentaram marcar um encontro entre nós. Por que aquilo? Fui eu que tomei aquela iniciativa, porque eu vinha de longe olhando isso. O encontro não houve porque você viaja muito e eu também.

PAULO COELHO – Eu me lembro disso, sim.

CAIO FÁBIO – A gente se encontrou na ponte aérea e conversamos rapidamente. Há quanto tempo que eu venho desejoso de que essa aproximação aconteça e estou feliz depois disso.


Debate transcrito por Fábio Menen
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