Aqui você encontrará de tudo. Desde os mais assustadores artigos, aos textos mais bizarros e cômicos do Brasil. Este blog não é clichê. Eu não vou fazer "Muhauhaa" pra assustar você. Aqui você só verá as verdades que estão ocultas.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
FAKE DÓI???
Hoje eu estava garimpando o Orkut em busca de respostas para uma questão que me atormenta bastante: “ Até onde vai a criatividade dos internautas brasileiros?” Pesquisando comunidades de profiles fakes fiquei perplexo ao perceber que a imaginação desses internautas superam os limites da lógica humana! Exagerei? Talvez sim, mas acredito que depois de ver as imagens abaixo que com todo o amor do mundo eu capturei uma a uma, vocês com certeza compartilharão do mesmo espanto que eu. Existem todos os tipos de perfis; artistas, políticos, marcas de preservativos e absorventes. Um mundo imaginário e divertido onde é possível George Bush ser amigo de Osama Bin Laden, a união entre Judeus e Árabes e tantas outras impossibilidades que poderiam ser resumidas em um simples etc... Encontra-se de tudo, desde Malcolm X à Baudelaire, Marilyn Monroe à Cueca de Airton Senna... Bom, vamos deixar de papo furado vejam as imagens:
Começando pela a querida Vovó Mafalda. Cliquem com o botão direito do mouse para ampliar as imagens:
Jonh Ramone se sentiria feliz da vida se soubesse que foi o modelo ideal para o reino animal:
O estranho é que eu não encontrei o perfil de Mel Gibson!Agora que está bem, de volta pra casa abandona os amigos.
Coloquem as máscaras virtuais porque ele está de volta:
Literalmente atendendo às suas necessidades
Salve Salve o nosso Herói!!!
Agora vocês terão o privilégio de contemplar o possível encontro de duas almas gêmeas:
Esse foi criado exclusivamente...
Sem palavras!!!
Se vocês querem que a Gina vá embora...
Além do Profile dá uma ligada no depoimento e na autora.
A solução para o seu problema com pequenos monstrinhos em sua cabeça.
E quem foi que disse que para ser um Papai Noel é necessário que seja branco de olhos azuis? Nós estamos no Brasil meu povo! E como todo bom fucking brasileiro, ele adora tirar férias.
o_O
Tenho medo desse velho!
Agora eu quero ver a Apple, IBM e a Microsoft contestarem tamanha genialidade
OMG o que dizer???
hehehehe eu ri dessa intimidade
E ela deixou bem claro que é fêmea.
Onde??? Cadê??? AAah sim ta bem ali na bolinha verde.
Não, não pode ser! É ele mesmo???
Desse jeito até o Cascão se anima tomar um banho!
rsrsrs Meus dedos até travaram!
Agora pra vocês uma pequena sequência de criatividade mórbida:
E para finalizar, convido vocês a entrarem comigo nos intestinos dos profiles a seguir.
Começaremos então com o nobre senhor "Ninguém":
Agora as imagens que estavam a disposição do público:
Continuando com o senhor Quiabo:
Confesso que fiquei com pena do cara aí embaixo:
Algumas de suas fotos:
O IGNORADO
O ENTEDIADO
A PIOR SOLIDÃO É AQUELA QUE SE SENTE MESMO ESTANDO ENTRE UMA MULTIDÃO E BLÁ BLÁ BLÁ...
ATENÇÃO SENHORES PASSAGEIROS, APERTEM OS CINTOS QUE VOAREMOS NA COMPANHIA DA...
EU FIZ QUESTÃO DE DEIXAR ESSE POR ÚLTIMO, PORQUE APÓS TANTAS BIZARRICES JUNTAS EU GOSTARIA DE ME ASSEGURAR QUE SEUS SONHOS SERÃO ATORMENTADOS POR ESSA FIGURA:
CAPA DA REVISTA VEJA E COM UMA REVELAÇÃO BOMBÁSTICA: "SÊMEN AGORA TÊM ORKUT"
O SONHO DA FECUNDAÇÃO! NÃO RIA, TALVEZ UM DIA VOCÊ JA DEVE TER PASSADO POR ISTO!
NO ÁPICE DE SUA FAMA ELE FOI CONVIDADO PARA UMA ENTREVISTA NA CNN
Até a próxima pessoal, espero que tenham gostado!!!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A MACABRA COLHEITA HUMANA
Plantaram a superficialidade sentimental e colheram a decepção. Plantaram a falta de esperança e colheram a insatisfação. Plantaram a ausência de fé e colheram a loucura. Transformaram o vinho em água, O amor em ódio, a saúde em doença e Deus em diabo! O Homem sempre estragou tudo, sempre cuspiu em sua própria imagem refletida no espelho e ainda murmura dizendo que nada flui ao seu favor.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
ESCUTE AQUI SOCIEDADE CIENTÍFICA
Albert Einstein disse certa vez: “Decodificarei os pensamentos de Deus em forma matemática!" Ele descobriu coisas impressionantes como a teoria especial e geral da relatividade, os efeitos fotoelétricos, e claro, a velocidade da luz aceita em todos os campos da ciência e de forma absoluta. Suas descobertas foram tão tremendas que fascinaram líderes políticos megalomaníacos e sedentos de sangue, e propiciaram a criação de bombas atômicas, cujo motivo coloca o mundo atualmente em estado constante de alerta. Mas os Pensamentos de Deus são inalcançáveis pela lógica humana! Agora os cientistas colocam em xeque a veracidade deste tal absolutismo, pois acabaram de descobrir que os neutrinos são ainda mais velozes que a luz. E então o que virá a seguir? Até onde a sociedade científica vai persistir em sua arrogância? Sabemos que durante todo este tempo, eles tropeçaram em suas próprias conclusões. É óbvio que para que alguma descoberta seja considerada Científica, é necessário que haja contestações de varias formas, porém, no dia em que a ciência caminhar ao lado da fé a fim de encontrarem juntas as respostas coerentes para os mistérios da vida e com o intuito de beneficiar os seres vivos, o mundo terá paz.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A DURA CONDIÇÃO DE EXISTIR
Tudo o que existe, luta incansavelmente para ser notado. A própria existência em si é uma grande exposição. O que seria da vida se não fossemos notados? O ser humano não teme a morte, nem as armas, nem fantasmas ou demônios, o ser humano teme a solidão, teme ser eternamente ignorado. A idéia de céu e inferno que me perseguem desde a minha tenra infância mudou completamente o seu próprio snetido quando descobri que tudo se resume em apenas duas palavras: Reconhecimento e Solidão.
As respostas para as questões mais complexas da vida encontramos naquilo que chamamos de natural. Todo o animal que se afasta do seu grupo torna-se presa fácil dos predadores. Os seres humanos são as presas, mas também são os predadores. As maiores obras realizadas pelas mãos dos homens, foram idealizadas simplesmente pelo culto ao reconhecimento. O ridículo da vida é a solidão. Aquele que se isola conspira contra a sua própria natureza e triste coisa é negarmos a nós mesmos! A ciência, a política, o oculto, a magia e as religiões sempre se empenharam em destruir a existência dos seus adeptos. É proibido pensar, opinar e questionar sem o consenso de um superior. Porque quando pensamos, queremos opinar e nossas opiniões sempre geram questionamentos. Entretanto, quando nos tornamos suas ovelhas, deixamos de existir para que eles existam em nosso lugar. O paraíso consiste em abraços, sorrisos, aceitação e claro, reconhecimento. Enquanto o inferno nada mais é que uma eterna condição de inexistência absoluta. O paraíso e o inferno nos cercam, pois habitam dentro de nós. É a nossa natureza dualista, a nossa condição. O ser humano é Deus, o ser humano é o Diabo.
As respostas para as questões mais complexas da vida encontramos naquilo que chamamos de natural. Todo o animal que se afasta do seu grupo torna-se presa fácil dos predadores. Os seres humanos são as presas, mas também são os predadores. As maiores obras realizadas pelas mãos dos homens, foram idealizadas simplesmente pelo culto ao reconhecimento. O ridículo da vida é a solidão. Aquele que se isola conspira contra a sua própria natureza e triste coisa é negarmos a nós mesmos! A ciência, a política, o oculto, a magia e as religiões sempre se empenharam em destruir a existência dos seus adeptos. É proibido pensar, opinar e questionar sem o consenso de um superior. Porque quando pensamos, queremos opinar e nossas opiniões sempre geram questionamentos. Entretanto, quando nos tornamos suas ovelhas, deixamos de existir para que eles existam em nosso lugar. O paraíso consiste em abraços, sorrisos, aceitação e claro, reconhecimento. Enquanto o inferno nada mais é que uma eterna condição de inexistência absoluta. O paraíso e o inferno nos cercam, pois habitam dentro de nós. É a nossa natureza dualista, a nossa condição. O ser humano é Deus, o ser humano é o Diabo.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
MESMO MORTO ELE AINDA É ALMEJADO
Ele está deitado no meio da praça;
Petrificado e no lastimável estado de putrefação.
Os cães e as bestas-feras esfaimados alimentam-se de sua penúria;
As belas crianças exibindo suas habilidades líricas celebram o rito da grande blasfêmia.
Seu gosto azedo e amargoso agrada o paladar dos que se contentam com seus restos.
Agora os adultos entram na dança;
Em suas fúrias esmagam sua cabeça com os pés cansados de tanto o procurar.
O motivo de tanta aversão foi descobrir que não precisavam caminhar tanto;
Bastavam apenas olhar para dentro de si.
Enquanto o cântico paira sobre o ar agradecendo aos céus por ele existir;
Ainda morto, sem voz e sem alma.
Petrificado e no lastimável estado de putrefação.
Os cães e as bestas-feras esfaimados alimentam-se de sua penúria;
As belas crianças exibindo suas habilidades líricas celebram o rito da grande blasfêmia.
Seu gosto azedo e amargoso agrada o paladar dos que se contentam com seus restos.
Agora os adultos entram na dança;
Em suas fúrias esmagam sua cabeça com os pés cansados de tanto o procurar.
O motivo de tanta aversão foi descobrir que não precisavam caminhar tanto;
Bastavam apenas olhar para dentro de si.
Enquanto o cântico paira sobre o ar agradecendo aos céus por ele existir;
Ainda morto, sem voz e sem alma.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
A COMUM HISTÓRIA DE ANA
Ana caminha lentamente pelos becos da pequena comunidade onde mora. Ela observa assustada as trilhas de sangue que sujam o chão conduzindo até um terreno baldio onde na noite anterior um homem foi brutalmente executado. O sonho de Ana é sair daquele lugar, mas seu marido não tem condições de levá-la a um lugar decente, ele é um simples carpinteiro! Seu pequeno filho está na escola, mas ela teme não mais contemplar o olhar daquele garotinho, cansado de tanto correr para chegar em casa, alimentar-se e brincar como toda criança normal. Ela olha para o céu e pede a Deus proteção, e este gesto se repete todos os dias, pois viver naquele lugar é lutar contra as esperanças. Ela olha com pesar as demais pessoas que solicitam a ajuda do traficante local para pagar suas contas, ela sabe que tudo têm seu preço e que mais tarde ele pediria algo em troca. O almoço já estava quase pronto, arroz, feijão, ovo frito e farinha. Isto é uma iguaria para aquela família que aprecia este prato somente quando o marido recebe o pagamento.
- A benção mãe- disse o garoto com uma respiração ofegante!
- Deus te abençoe filho! O que é isso no seu joelho?
- Não é nada, só caí.
Ana não se convenceu. Revirou a mochila do garoto e encontrou uma carta da direção da escola solicitando sua presença no dia seguinte para conversarem a respeito da postura do seu filho!
- O que você aprontou Edu?
- Nada não mãe. Foi só uma briguinha!
Ela se irritou com o garoto, agarrou-o pela a camisa e o conduziu pelo beco. Segurando a gola de sua camisa, forçou sua cabeça para baixo e o garoto olhava assustado a trilha de sangue.
- Tá vendo isso? Isso é o resultado da violência que nos rodeia! É esse o futuro que você quer? Deseja terminar assim?
- Não mãe, por favor, me solta!
- Continue olhando Eduardo. Veja o resultado de quem vive em prol da violência.
Eduardo chorava aos berros enquanto os vizinhos se reuniam em volta deles, cochichando e rindo da atitude daquela pobre mãe que só queria defender a sua família. Acostumada com as atitudes dos vizinhos ela disse aos berros:
- Vocês estão rindo porque já perderam as esperanças. Grande parte das pessoas que estão aqui têm filhos escravos do tráfico de drogas. Mas saibam que enquanto eu estiver viva eu lutarei com todas as minhas forças para impedir o meu filho de entrar nessa vida. Meu marido é um homem honesto, trabalhador e mesmo recebendo tão pouco, dedica-se exclusivamente à nossa família. E um dia nós sairemos daqui de cabeça erguida porque não dependemos de traficantes, da polícia ou de políticos.
Ainda agarrando o garoto pela a gola da camisa, o arrastou até sua casa e deu-lhe uma surra que se podia ouvir o choro do garoto no lado de fora.
Horas depois, seu marido chegou do trabalho. Cansado, sujo, e sempre com aquele velho uniforme de uma empresa de construção civil, onde trabalhava há mais de três anos. Ele soube da atitude do pequeno Eduardo e deu-lhe outra surra. No dia seguinte, Ana foi até a escola, a diretora a recebeu em sua sala ofereceu uma água e um café, mas Ana queria chegar logo ao assunto:
- Então, o que você tem a dizer a respeito do meu filho?
- Na verdade eu queria te alertar, o Eduardo anda muito violento. Ontem ele chutou a carteira porque a professora o pediu para fazer silencio enquanto explicava a matéria, e no final da aula ele surrou um garoto que esbarrou sem querer em seu braço na hora de sair da escola. Eu já tentei impedir os alunos de saírem correndo, mas sozinha eu não consigo.
- E como está o menino que o Eduardo bateu?
- Ele está bem, ele sofreu apenas algumas escoriações e um sangramento no nariz. O que me preocupa é que esse garoto é filho de um traficante e o pai dele prometeu vir à escola e acabar com seu filho e se alguém tentar impedi-lo, também sofrerá as conseqüências.
Ana desabou em lágrimas.
- Não se preocupe Ana, já acionamos a polícia e eles estão para chegar!
- E você ainda confia na polícia? Se essa escola fosse na zona sul eu até concordaria com sua ingenuidade, mas todos os dias você presencia a incompetência com que os policiais tratam estes assuntos.
Constrangida a diretora prosseguiu:
- Você não tem outra saída. Transfira o seu filho para outra escola e se mude deste local.
- Mas eu soube que o traficante da minha comunidade é inimigo dos outros e lá eles não entram.
- E você confia em traficantes? Você acredita que eles colocarão suas próprias vidas em jogo por causa do seu filho?
A diretora se sentiu novamente em vantagem, agora Ana estava constrangida e ao mesmo tempo pensativa.
- Mas as outras escolas ficam tão longe da minha casa e eu não tenho condições de pagar um escolar.
- Sinto muito Ana, mas eu fiz o que pude.
- Entendo! De qualquer forma me desculpe por tudo.
- Tudo bem! Vá com Deus!
Ana saiu da escola desnorteada. O pai do garoto que Edu espancou, poderia estar escondido em qualquer lugar, ou mesmo ter mandado alguém para completar o “serviço”. Novamente pediu a Deus proteção, agarrou a mão do pequeno Edu e saiu às pressas em direção a sua casa. Passaram o dia inteiro trancafiados até a chegada do marido que soube de todos os detalhes e não conseguiu conter sua preocupação.
- Precisamos sair daqui- Disse o Homem.
- Mas para onde vamos?
- Não sei, mas vou procurar amanhã bem cedo! E quanto a você garoto, um dia vai me pagar bem caro por tudo isso.
Edu então leva outra surra.
Ana era uma mulher forte! Carregava em suas costas o fardo do descaso por parte do poder publico, enfrentava a fome e combatia a vida do crime que pairava sobre o pequeno Edu de apenas oito anos de idade. Mas ela viu sua força desabar na hora em que esperava o marido voltar do trabalho e alguém bateu em sua porta:
- Ana... Ana...- gritava desesperada uma vizinha- Ana...
- O que foi mulher?
- Seu marido... está sendo agredido lá embaixo.
- Agredido por quem?
- Pela polícia.
Ana desceu correndo os becos para ver do que se tratava a tal agressão e não conteve as emoções quando deparou-se com o marido algemado e rosto ensangüentado.
- O que aconteceu? Perguntou ao policial.
- Procedimento de rotina minha senhora, seu marido resistiu nossa abordagem e desacatou um oficial.
- Moço, meu marido é um homem de bem! Ele trabalhou o dia inteiro.
- Isso ele vai ter que explicar na delegacia, agora sai da frente que estamos no meio de uma operação.
Nada mais restava àquela mulher do que chorar. Estava ficando debilitada, sem forças para agüentar tantos problemas. A viatura acabara de levar seu marido que cometeu um crime gravíssimo e que no Brasil é considerado hediondo - ser honesto. Na delegacia, ele foi ouvido e liberado. Mas com o rosto inchado, o homem também não resistiu e desabou em lágrimas.
- Eu não desacatei ninguém. Eles me pediram para ser revistado e eu aceitei numa boa. Então eles me perguntaram sobre o traficante e eu disse que não sabia nada a respeito então eles começaram a gritar comigo e dizer que eu o estava escondendo.
Ana estava paralisada com tal situação. Todos os traficantes que viveram naquela comunidade, cometeram assassinatos terríveis, mas a polícia é paga para proteger os cidadãos, não para espancá-los. Neste momento, Ana se sentiu sem chão, indefesa, sozinha e sem ninguém com quem contar. Quando chegou em casa, soube que toda aquela operação da polícia terminou em propina. A polícia subiu o morro disposta a estourar qualquer crânio que ousasse interpor-se, e desceu com os fuzis abaixados e vários malotes de dinheiro.
- Bando de canalhas! Gritou Ana expressando sua revolta.
Um policial voltou e exigiu que a mulher se desculpasse e deu-lhe um tapa em sua face. O Marido assistiu a cena e mesmo machucado levantou-se e partiu aos socos para cima do policial que respondeu com um tiro em seu peito. O marido de Ana caiu morto instantaneamente no chão. A bala perfurara o coração cansado daquele homem honesto que só quis dar uma vida melhor para a sua família. O policial guardou a arma do crime. Ele não utilizou sua própria arma e sim uma arma que havia apreendido de um marginal que tinha sua numeração raspada, impossibilitando sua identificação. O comandante da operação entrou na casa da mulher e exigiu silencio absoluto, caso dissesse algo, eles teriam provas suficientes de que o homem agrediu um oficial e ela o ajudou. Ana não prestou queixas, mas de que adiantaria? Ela era só uma mulher pobre, indefesa e com um pequeno garoto que acompanha toda aquela cena com lágrimas nos olhos e em estado de choque.
Desde então, Ana não olhava mais para o céu para pedir a Deus proteção e sim para pedir a morte. Sua morte, a morte do pequeno Edu para que não padecesse solitário nesse mundo, a morte dos policiais, dos políticos e de todos os traficantes de drogas. Agora, passado três meses do desastre, Ana se mudou para a casa da irmã em outra cidade e arranjou um emprego de empregada domestica enquanto Edu assistia às aulas em sua nova escola e têm alcançado notas excelentes! Mas a cena da morte de seu pai ainda é vívida em sua mente e ainda está se tratando de suas tendências violentas.
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